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A mostrar mensagens de Janeiro, 2014

"Amar-te"...

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Suavemente delineava o teu corpo com as minhas mãos, o teu rosto permanecia em frente ao meu, num quarto iluminado pela luz de uma vela, aquecido pela presença dos nossos seres. Tivemos nós corrido um mundo, quebrado a distância, tivemos nós a coragem, a liberdade selvagem do nosso querer, do nosso sonhar, do nosso sentir. Sentíamo-nos, de olhos fechados, entre abraços apertados, entre beijos marcados, nos lábios, no tronco, no peito. O pulsar aumentava, o frio dissipava-se e, acompanhados de dois copos de vinhos, fomos amantes, fomos confidentes, fomos desconhecidos tão conhecidos entre si. Sorrindo desvendava cada traço do teu rosto, perdia-me nos teus olhos profundos, conhecedores de uma vida, detentores de uma beleza que me fascina, que me alucina, que me tira a razão. Somos então paixão, paixão duradoura, lenta, daquela que vai ardendo, que não é simples clarão. Deixamo-nos ir, naquela forte corrente do sentir, numa vila plantada perto do mar, daquele que nos viu nascer, crescer …

Momento...

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Fecha os olhos, Fecha, sim, desta vez... Olha-me mas... de olhos fechados, Olha-me tocando, não vendo. Sente, deixa-te ir, Descobre cada fracção de tempo, Cada tremor do corpo, Cada veia a pulsar. Continua de olhos fechados, Descobre por ti aquilo que está aqui, quem te quer a toda a hora. Beija-me! Abraça-me! Não te prometo o mundo porque não o tenho na mão, Apenas te mostro caminhos, Não definitivos, Somente caminhos seguidos a dois. Abre os olhos, desvenda-me o olhar, Porque depois de amar, Tão pouco importa a vista,
Quando há uma intempestiva paixão por saciar...

Marcas...

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Marcavas-me o corpo pela tua presença, pela memória, pelo sentimento que te fazia viva em mim, em todos os segundos, em cada respirar. Vivias ancorada ao meu peito, parte integrante da minha carne, das minhas veias, do meu amar. Despertavas cada sorriso, cada olhar, fazias-me ser melhor, tornaste-me neste homem num homem de valor. Mesmo sem saberes criaste tanta mudança por este lado, vieste e entraste, ficaste, fizeste-me despertar a paixão. Nunca foste em vão e, nunca o serás, tenho a certeza. Marcavas-me, não só a memória mas a minha história, não só a minha vontade de te esperar mas todos, todos os caminhos que nos faziam encontrar. Foste destino, um destino que tão bem soube percorrer, foste início e fim, foste detentora do meu coração. Marcavas-me, marcavas-me e nem sabias disso...


Nós, os homens...

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Sempre ouviu dizer que o amor não era para os homens, que as palavras deveriam ser das mulheres, as histórias que falam desse sentimento, que retratam momentos marcados pela paixão. Sempre ouviu dizer que os homens não mostram emoção, que guardam tudo na memória, que nada fica no coração. Ele questionava-se, como seria a vida concebida de tal forma? Sentira desde novo o amor, não aquele das paredes pintadas nem das frases que nada sentem, era amor, aquele que move montanhas, que permanece nas entranhas, que faz os olhos brilhar. Nunca foi do que outros diziam, se era para amar, ama-se e ponto, sem interrogações, sem falsas noções, sem encenações. Mas que mal tem um homem sentir assim? Respondia para si mesmo que nada, que é bem melhor sentir amor que a ausência dele, que é melhor mostrar, ir à luta, orgulhar-se de, em palavras ou acções, revelar um pouco de si, erguer aquilo que emana do seu peito. A história não era mais que a sua história, do que importavam os outros? Do que importa…

Por uma noite...

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Movidos pelo som das gostas de chuva que embatiam contra as vidraças, eles, desnudavam-se mutuamente, seguindo os compassos de uma intempestiva vontade, de um oceano de desejo, de uma simples vontade de ficar. A noite permanecia lá fora, fria e, os dois, de corpos quentes entrelaçavam os seus braços, mordiam os lábios, apertavam a pele. Partilhando um copo de vinho, não falavam em promessas, essas, vinham depois, do prazer. Nada existia nada para além daquela cama, daqueles lençóis usados, de cor escarlate, embebidos de uma paixão avassaladora. Olhando nos olhos um do outro, ficaram, permaneceram e, na manhã seguinte, fizeram amor...


Claridade...

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Sonhei, Talvez pensei em silêncio confesso, Não foi sonho, Talvez passado, Mas passado não é, é presente. Presente, esquecido, Mas de esquecido nada tem porque chega a cada segundo. Contaram-me que seria paixão, mas então? Se fosse não seria intempestiva? Intempestiva é mas, é mais que isso,
E sendo todo esse mais, sei que é AMOR...



Pouco...

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São pele, Montanhas de vontade, sonhos vividos, São amantes, são perigos. Pele que toca, coração que sente, Carne veemente de um sentimento tão vivo. São esperar, ficar, lutar, Calor humano em combustão, fogo que arde, clareira de verão. São prazer, morder, beijar, Tempo que não passa, presente vivido. São destino, mãos que agarram, distâncias que não separam, Reféns do tempo, do momento que ali vivenciam com todo o fulgor. São paixão dos romances literários, dos desejos ordinários, dos loucos de Lisboa. Crianças e réis com coroa, são livres, selvagens. Espera contida, palavra dita, um texto qualquer, São corpos despidos de um homem, de uma mulher. Instante de tudo, uma mão cheia de história, São navegadores de mares tempestuosos, de tatuagens em forma de memória. Ele e ela, dois desconhecidos tão conhecidos no seu sentir. São história que há-de vir.
Dizem os outros que são AMOR...


"Quero(-te)"

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Quero-te, de forma desmedida, distraída, repetida. Quero-te, uma e outra vez, entre beijos roubados, abraços apertados, lençóis usados. Quero-te! Desejo-te a cada hora, sem demora, numa vontade que me devora, que devora o teu ser. Quero-te assim, em corpo de mulher, num lugar qualquer, num oceano de vontade. Quero-te, sem tempos nem interrogações, moldando corações, saciando o corpo. Quero-te num copo de vinho em noite de Inverno, num sentimento terno, num tempestuoso acto de paixão. Quero-te, coração, corpo, vida, quero-te numa rua, numa avenida. Quero-te presente, ausente, carente, para te pegar, para te amar. Quero-te entre espasmos de prazer, entre oceanos e o anoitecer, quero-te como mar agitado, tu, presente a meu lado. Quero-te para ficar, para não esquecer, para errar, para aprender. Quero-te intemporalmente, no sentir, na mente, quero-te presente a cada segundo do meu respirar. Quero-te porque sinto que podia escrever todo o mar bem em cima dos nossos passos.
Quero-te...


"Amo-te!"

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Olhar-te, sentir-te, ficar-te, pertencer-te. Pertencer ao teu ser, às tuas mãos, nas minhas, na minha pele, no meu corpo. Querer-te, desejar-te, idolatrar-te, esperar-te. Esperar um infinito, uma eternidade, um simples momento. Beijar-te, pegar-te, guardar-te, respeitar-te. Respeitar cada liberdade, cada vontade, cada minuto. Sonhar-te, acordar-te, abrigar-te, amar-te. Porque amar vem sempre depois de tudo, até mesmo do ponto final.
.Amo-te


...

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Queria chamar-te de amor, seja aqui, seja onde for. Queria olhar-te, agarrar-te, beijar-te. Com força, com toda a minha força. Queria dizer-te. Dizer-te que te quero sim, sem princípio, meio ou até mesmo fim. Quero-te, apenas isso, olhar-te com os meus olhos, fazer-te minha mulher. Sussurrar-te, amar-te, aqui, ali, na cama, na cumplicidade. Queria dizer-te que menti, que fugi, que parti mas... que nunca me esqueci de ti. Queria, dizer-te agora mesmo, dizer-te aqui, já! Queria e acho que sempre vou querer. Queria, amor, queria. Imperfeito que sou, erros que me compõem. Dizer-te que amar-te nunca será passado. Que esperar-te nunca será tempo perdido. Que o meu projecto é ser o teu homem. Queria. Amor!
Como queria...


Chama-se a isto viver...

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Já sentiste o cheiro do mar entranhado na tua pele? Já alguma vez provaste o sabor doce de um beijo roubado? Alguma vez arriscas-te? Saltas-te do abismo sem olhares para trás? Quantas vezes te sentiste, realmente, livre? Quantas vezes chegaste a casa, olhaste o espelho e sentiste orgulho no que és? Será que a vida é, para ti, um ensaio ou um acto, em cena, que não contempla falhas? És feliz? Dizes o que pensas ou pensas o que dizes? Sentes em ti toda a força do mundo? Já partiste? Já desististe? Quantas vezes pensaste em voltar atrás? Agarras-te tudo o que querias? Foste louco? Foste insane? Ou levaste toda a tua vida numa forma contraída? Já pensaste em tentar? Em sorrir? Em arriscar? Já perdeste a noção da hora? Já viste a noite virar dia num banco do jardim? Já chegas-te a casa acompanhado de álcool e de uma vontade incontrolável de parar a rotação da tua cama? Quantas vezes amas-te de verdade? Quantos desses amores conseguiste viver? Já alguma vez fizeste um castelo de areia que v…

Agora...

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O teu respirar cola-se ao meu ouvido, sinto o pulsar do teu coração numa manobra intensa de me agarrares com as tuas mãos. Estamos aqui somente os dois, numa noite em que, o luar, se dissipava por entre as nuvens que anunciavam a tempestade que vira depois. Colados um ou outro, moldados na intempérie de uma paixão avassaladora, esquecemo-nos de tudo e mergulhamos na junção da pele, no contacto, no ar que se expira dos pulmões, que embacia o vidro do carro. Apenas se ouve o mar, as ondas que embatem contra o rochedo e nós, nós aqui permanecemos, os dois, na noite, amantes confessos de um desejo tão nosso...


Noite...

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Os dedos não eram mais que simples beijos que percorriam a pele. O instante era mesmo aquele, dois corpos despidos, moldados, saciados. As batidas eram ritmadas pelo som que ecoava pelo quarto, que se prolongava até as extremidades dos gemidos mudos sussurrados ao ouvido. Os olhos transitavam aquelas quatro paredes, as horas nada contavam, eram apenas paixão, a tesão na sua ascensão pura e, depois de tudo aquilo, veio o amor...

A paixão padece quando surge o amor, não aquele do saciar dos corpos numa cama. Esse é paixão, avassaladora, tentadora, devoradora. Paixão é paixão mas tão bem sabe na manhã seguinte converter-se em amor...


Próxima Paragem: Lisboa...

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Hoje deixo-vos um post mais extenso, tirem um tempo, coloquem a música e percorram cada linha desta história. Tenham uma boa semana... Pegando a roupa partira daquele lugar, a noite já não era a mesma e, o sorriso, parecia dissipar-te por entre as gotas de chuva de uma hora fria. Era sangue, carne humana no expoente da sua loucura, na paixão avassaladora que surgira, que o fizera seguir, como pássaro livre, como marinheiro do seu próprio destino. Agarrando um casaco fez-se à intempérie daquela noite pintada de cor negrume, avançou até à porta e saiu de casa. O caminho era longo mas, o que importa a distância comparada com o sentimento que despontara dentro do seu peito? Nada! – Respondia ele para si mesmo a uma questão que o invadia o pensamento. Já tinham sido muitos os dias adiados, as noites mal dormidas, a vontade que lhe fazia lembrar, constantemente, diariamente, a cada segundo do seu respirar, aquele ser que lhe despertara a paixão. Chegado à estação pediu um bilhete para o lugar…

Tu...

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Há-de o teu corpo viver no meu, Num infinito de desejo, num mar agitado, num simples beijo. Há-de as fronteiras acabar, as distancias sucumbir, a tua alma em mim ficar. Há-de. Há-de o teu sabor permanecer nos meus lábios e o meu nos teus também. Há-de eu ser teu e tu, tu pedaço do meu céu. Há-de contigo surgir o “para sempre”, sem tempo, sem pressa. Há-de eu ser um louco de amor, um incurável sonhador. Há-de eu pertencer-te, não no momento, num minuto apenas nosso. Há-de nos cruzarmos, numa rua apertada, numa esquina mal dobrada, num tudo, num nada. Há-de eu ser o teu homem, aquele que fica, aquele que te sinta. Há de eu ser sempre melhor, em tudo aquilo que te dou, como prova do meu amor.
Há-de, um dia há-de...

Há-de nós sermos tão quentes e fortes como um café...

Por entre linhas...

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Não éramos mais que dois corpos ali presentes, dois amantes da liberdade, loucos, loucos de Lisboa que se abeiravam junto ao rio Tejo. A tua pele possuía uma tez rosada, talvez pela manhã fria que se sentia, talvez pela geada que se depositava, na estrada, formando um tapete branco que se perdia de vista. Hoje tivera-me perdido no teu olhar, nas palavras sussurradas ao teu ouvido, nas letras que percorriam, as paredes de casas antigas, que viam assim, a sua alma viva por entre os sentimentos que transmitiam a quem por ali passava Tivera eu corrido uma série de quilómetros, tivera eu fugido das ondas agitadas do meu mar para mergulhar nas águas calmas da tua presença, pelo calor contagiante do teu corpo, junto ao meu, das tuas mãos, entrelaçadas nas minhas. Sentia-te, corríamos e, por momentos, esquecíamos todos os problemas e o desassossego de uma vida em constante movimento. Perdi-me em ti, confesso que hoje me perdi e tão bem, tão bem soube perder-me na tua presenta, na minha vontad…

Mais 5 minutos...

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Sublimemente tocava o teu corpo, os teus lábios, a tua pele. Vivia nos descompasso de um compasso ritmado pela batida do teu coração, nas minhas mãos, no meu instinto. Eras selvagem, tal como eu, pássaro livre sem direcção, peça de teatro, obra de arte que não me canso de admirar. Os teus olhos perdiam-se nos meus, ficávamos assim, entregues um ao outro, vulneráveis nas nossas prosas, palavras segredadas ao ouvido.  Mordendo a tua orelha desvendava mais um pouco de ti, desvendava mais um tempo sem tempos em que nos perdíamos para nos encontrarmos na junção dos nossos seres. Eramos um do outro e, ao mesmo tempo, não éramos de ninguém, vivíamos nos traços, das nossas mãos, dos nossos rostos, vivíamos em cada pincelada de vida, de uma vida tão nossa. Depois de tudo isso, e de sermos loucos num lugar qualquer, seguíamos os nossos caminhos, mas antes, mesmo antes de partires, pedia-te que ficasses mais um tempo, que ficasses mais cinco minutos...                              Se no AMOR são s…

Desnudos...

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Desnudava o corpo antes de entrar naquela sala, o frio entranhara na pele, nos poros que se dilatavam ao avançar por aquele espaço. O momento era bem real, sentia-o na minha mão, deslizava por entre os meus dedos em espasmos involuntários. Deixei-me ir, mergulhar no desconhecido e, perder-me de mim. Estavas lá tu, com o corpo nu, esperando o calor do meu, junto ao teu, num momento nosso. Os lençóis brancos contrastavam com a paisagem azul, a tarde era uma fracção e, nós, éramos loucos, loucos completos num acto de paixão. Deixei-me ir, na aventura do sentir, entre beijos e abraços, entres sinónimos e laços, entre momentos, firmamentos. Fiquei com o sabor da tua pele, dos teus lábios que mordiam os meus, do teus que não me cansei de beijar. Os olhos percorriam os corpos, moldamo-nos, eu admirei-te, em cada curva, em cada ponto, em cada detalhe. Por momentos fui teu e tu, tu pertenceste-me, na nossa liberdade, na nossa vontade, na nossa sede saciada a dois...


Vontade...

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Eram corpo, não um qualquer. Eram rio que corre, mar que arrasta, eram paixão que fica num corpo de mulher. Eram vida, na mão, na cama, no chão. Eram prazer, vivido ali, aqui, num súbito momento, num princípio sem fim. Eram carne, sangue, veias e o arrepiar da pele. Eram homem, o momento , eram nós, eram sós. Eram, apenas eram e nada mais. Eram a melodia, calor em cama fria, era noite de sexo, era o nascer do sol de um novo dia. Eram recordação, saudade, paixão. Eram realidade, pura imaginação. Eram presente, futuro, vontade eloquente. Eram loucos, eram poucos, eram apenas um. Eram linhas, eram histórias, eram vontades, desejos saciados. Eram beijos, abraços, o cuidar, o esperar.
Eram apenas isso, obras de “arte” de uma vontade de ficar...


Estou aqui, à tua espera...

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A noite caíra, estava eu, sentado num rochedo em frente ao mar, aquecendo o corpo na blusa de lã, pensando como, o horizonte, se perdia no meu olhar. Sentia cada palavra que me pedia para sair, cada imagem que me percorria o imaginário, que se exprimia em sonhos sonhados na noite anterior- A vontade incontrolável era de ali chegar, àquele lugar que se ergue na imponência de um guerreiro, àquele que sei que te gostas de passear. Permaneci sentado no muro mesmo em frente ao precipício, vi a noite cair, o negrume apoderar-se do céu e, os meus olhos, acabaram por deixar de ver o firmamento. Nessa altura apenas permanecia lá eu, o som do mar, a minha vontade de te abraçar. Agora aqui fico, mais um tempo, mais cinco minutos, com o cheiro salgado na roupa, com o sabor doce de um sentimento que me faz querer-te sem intervalos, sem interrogações, sem pensar no amanhã.

Hoje estou como este mar, agitado por dentro, louco apaixonado que não sabe outra coisa senão amar...


"Desejo-te..."

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Os meus olhos percorriam as letras daquele livro que me falara de amor. Percorria cada linha, cada frase em que revia um tanto de ti, em que te sentia, presente, na minha mente, no meu coração. Percorrendo o longo corredor que me levava até à sala, contava os segundos para te ver chegar, àquele lugar, àquela terra com cheiro a mar que te pertence, que nos pertence. Sentei-me naquele alpendre com vista para o horizonte acompanhado com uma chávena de chá que me aquecia o corpo, que diluía a tarde fria de um dia de Inverno e, que te fazia, permaneceres em mim, de forma presente, de forma inesquecível. Já se passaram alguns meses desde que irrompeste a minha vida, confesso que ao início sentia-te de forma estranha, desconhecendo o meu desejo, a minha vontade, o meu sentimento. Com o tempo, comecei a descortinar tudo isto, a ver que as certezas aumentaram e, a distância, não se comparava com a firmeza que tivera crescido dentro de mim. Queria-te, quero-te, na minha vida, na minha cama, no …

Tu, ela, ele...

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Dás por ti a querer de forma impaciente, a perder a noção das horas, a perder horas de sono. Dás por ti a sentir, a querer, a tentar, dás por ti num sonho presente e, nessa altura, vês o que é amar. Começas devagar, entras na aventura, numa montanha russa de sentimentos, daqueles que te fazem descobrir o mundo, que te fazem descobrir a ti mesmo(a). De um momento para o outro mudas prioridades, começas a crescer, não por fora, por dentro. Começas a fazer uma revisão do passado, a saber aquilo que te faz bem, o que te faz feliz, o que te dá tempo, o que não se apaga num simples instante. Batalhas então, atiras-te à vida, de cabeça, de mãos atadas porque, no amor, é mesmo assim, por mais guerreiros que sejamos, acabamos por viver na vulnerabilidade, sem armaduras, sem muros, sem protecções. Conheces o verdadeiro significado da vida, lutas pelo que dá luta e, o fácil, acaba como um ensinamento das aventuras efémeras que antes coleccionavas. Tudo muda, o rumo, o caminho, as tuas vontades, …