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A mostrar mensagens de Dezembro, 2014

"2014"

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Aprendi... com o que vivi... Que amar é viver para além da vida que conhecia, Que esperar é sentir o nascer do dia, É recordar o passado e construir um futuro (em imagens que podem ser partilhadas pelo coração). Aprendi... Que o tempo passa e o verdadeiro fica, Que o destino existe e que a chuva não serve apenas para molhar. Aprendi que sentir é sentir-nos por dentro, Que escrever é partilhar - com os outros - amor, Fulgor, sorrisos, lágrimas e desabafos.
Aprendi... com o que vivi... Que o destino existe para nos mostrar que vale a pena lutar, Perseguir os sonhos e confiar em quem nos quer bem. Aprendi... Que podemos ir muito mais além, Além do que vivemos, do que conhecemos, do que queremos. Aprendi... com os erros, com os enganos, com os desenganos, Com os caminhos trocados, com os rumos traçados e... Aprendi que não vale a pena fazer planos.
Aprendi... com este ano, Que tudo pode mudar num piscar de olhos, Que podemos ter e não ter, viver e perder, agarrar ou não lutar, Aprendi... a amar... verdadeiramen…

"Hoje nada me importa..."

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Hoje nada me importa... a chuva que cai lá fora, O frio que se entranha na minha pele - os gritos mudos do meu peito. Hoje... vivo no silêncio dos meus sentimentos, na proximidade da saudade... Que sinto no meu corpo gélido - no meu rosto cansado (repleto de desejos, de simples beijos - que serão sempre teus. Teus...). Hoje nada me importa... nem as noticias que passam na televisão, Nem o desaparecimento de mais um avião.
Hoje... Sou a paixão que afogo no meu próprio calar.
Hoje nada me importa... a vida que me corre nas veias e... As teias que se formam na janela do meu quarto (voltado para o mar). Hoje... não sei definir o meu amar - apenas amar-te sem definição.
Hoje... Não sei que horas são, quantos sonhos deixei cair no chão, Pela vida que me fez mudar a direcção... Encontrando-te um dia... no meu destino.
Hoje nada me importa... nem a musica que passa na rádio, Nem o que um dia vivi - nem o passado que conheci. Hoje... nada mais me importa, Nem o que errei, nem o que fui, Nem tudo o que perdi quand…

"Olha para mim..."

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Olha para mim... apenas desta vez.  Vem e ama-me, Enche o meu peito de sonhos e esvazia a saudade que tenho aqui. Olha para mim... agarra o meu âmago e habita o meu coração, Faz de mim o teu herói - o teu príncipe de espada e cavalo, Faz de mim o teu futuro e... Adormece no meu peito.
Olha para mim... fica mais um pouco nos meus braços, A noite cai fria lá fora e aqui o meu corpo clama pelo teu, Em tudo o que te dou, em tudo o que sou - sendo, somente, um amante. Olha para mim... esquece o mundo que está lá fora e...  Devora-me o medo, o tempo... O tempo em que te espero, Em que te quero, Eternamente.
Olha para mim... e nunca vejas o fim, Em tudo o que sou contigo, em tudo o que és a meu lado, Sempre que nos conjugamos em poesias,  Em palavras vivas e nada vazias, Sempre que somos amor - o NOSSO amor. Olha para mim... e fica a olhar-me, em tudo o que digo, No silêncio das minhas palavras, Nos gritos do meu peito... Que só tu sabes ouvir.


"Vem... e agarra todo o meu coração"

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Vem... e conjuga a meu lado aquele futuro que sonhávamos em histórias,
Em contos e fantasias - em que nos perdíamos antes de nos adormecermos, quando éramos crianças.
Vem... e não perguntes que linha virá a seguir, qual o capítulo que se viverá,
Vem e apenas vive comigo - mais um tempo, mais uma eternidade.
Larga tudo e fica a meu lado, nos braços que te querem para além do batimento,
Deste coração que vive para ti, que é parte de tudo...
O que nos tornámos no dia em que me entreguei, em que te entregaste:
por completo.

Vem... e agarra-me com força, aninha-te no meu peito e sente o meu pulsar,
A força do sentimento que me corre nas veias - aquele que grita por ti... só por ti.
Vem... e não perguntes porque te amo, se apenas te sei amar,
Não esperando que o medo se dissipe - fazendo dele a força do procurar. Por ti.

Vem... e faz do meu corpo o teu refúgio, dos meus braços o teu lar,
Envolve-te em mim, permanecendo em tudo o que te dou,
Não prometendo dar - o que não conheço, o que não tenho.
Vem... e…

"Natal"

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Recordo o cheiro da lenha queimada... dos sorrisos rasgados, Em que escrevia para ti - à luz de uma vela, que tremia com o vento. A luz incidia sobre o meu rosto, naquela expressão em que expressava todo o meu amor, Em que me dava ao sentimento que me falava de ti - que me fazia viver (muito para além do sitio em que me sentava, recordando-te). O Natal apoderava-se do meu corpo, dos meus sonhos mais silenciosos, Daqueles em que contava cada pormenor do teu rosto (em que pedia por ti... como um presente eterno que queria receber).
A casa enchia-se de alegria, entre o barulho de sorrisos e de conversas, E eu... eu perdia-me em memórias, em olhares tão iluminados, Como as luzes daquela árvore que avistava pelas vidraças da porta.
Pedia por ti, calado, sentado, petrificado... pedia por ti... em mim,
Naquele instante, naquele Natal que desenhava contigo - pela primeira vez.

Contava até três e mergulhava no meu próprio sorriso, naquele que brotava de nós,
De tudo o que passamos e vivemos, de tudo o que e…

"Chamo por ti"

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Chamo por ti… nas horas em que me perco, Sabendo que te pertenço – muita para além de mim. Chamo por ti… em tudo o que sou não sendo, Não sabendo de tudo – apenas de que te amo (sem qualquer tempo que esgote... este amar). Chamo por ti… em cada recanto das ruas escuras, Das travessas esquecidas – em que somos ternuras (poemas escritos ao luar de quem ama, de quem vive).
Chamo por ti… nos gritos mudos do meu peito, Deste coração bombeado pelo sentimento (pelo ardente desejo - de desejar-te assim). Chamo por ti… naquele principio que não encontra fim, Em que nos entregamos um ou outro, Na tempestade de tudo o que não é pouco (quando somos bem mais que dois: amantes).
Chamo por ti… nos sonhos que aprendi a sonhar, Depois de tudo o que vivi – vivendo contigo, Não deixando esquecer uma história que ganhou vida… A teu lado – em vorazes sentimentos. Chamo por ti… em todos os dias em que sou teu, Em que me completo a teu lado, Tornando-me num imperfeito enamorado… Que te ama… chamando por ti.

"Procura por mim"

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Procura por mim... por mais que a tormenta te faça recear o desconhecido, Por mais que a noite caia escura e... os pássaros deixem de voar pelo céu. Procura por mim... por mais que os ventos soprem e te façam estremecer, Por mais que o tempo se esqueça de parar, por mais que te digam que ninguém sabe amar. Procura por mim... 
Procura por mim... nas fotografias que guardas em que nos pintamos os dois, Nos sorrisos que partilhamos - na cumplicidade do nosso amor - do amor que me dás. Procura por mim... mesmo que tudo pareça um fim - saberás que sou principio, De tudo o que nunca te prometi, de tudo o que nunca te menti - ao amar-te. Procura por mim...
Procura por mim... aqui e em toda a parte mesmo que eu parta para um outro mundo. Procura por mim... no fundo daquilo que sentes, do teu peito ao qual dei o meu amor, Num tempo em que me dei por inteiro - em que passei a ser teu e... Procura por mim... Porque eu vivo, eu estou, eu ficarei apenas e somente... em ti.

"Dá-me a lua"

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Se puderes... dá-me a lua esta noite. Ficaremos a ver as estrelas, Abraçados num só respirar, no refulgir dos nossos olhos, tão amantes.
Se puderes... não me perguntes porque te amo se só te sei amar,
Não vás pelo escuro e fica a meu lado - ao lado de quem te ama para além das estrelas...
Das voltas que o mundo dá, fazendo-nos cruzar em destinos
(para nos alimentarmos de um amor desigual - igual apenas a nós mesmos).

Se puderes... dá-me apenas a lua e prende-me a respiração,
Num só beijo apaixonado como aquele que te dei na última vez.
Tu, meu sol, se puderes dá-me a lua, para me agarrar aos teus abraços,
E deixa-me passar contigo a noite, fria e escura, que assola a escuridão do horizonte.
No meio deste negrume, tão calado e abandonado, protege-me e dá-me amor,
Num céu brilhante que nos junta as almas numa só. Numa só eternidade.

Se puderes... dá-me a metade que deixei contigo, aproxima-te do meu corpo...
Sente tudo o que te pertence - neste meu âmago que grita por ti, nesta noite.
Tu, que és tudo…

"Espera por mim..."

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Espera por mim... por mais que a noite caia e eu não te tenha nos meus braços.
Espera por mim... em cada saudade que tens do meu ser, em cada batimento do teu coração,
Das memórias que partilhamos os dois - sempre que eu te dou tudo o que tenho aqui.
Espera por mim... por mais que a distância nos separe os corpos, por mais que esperes,
Por mais tempo em que eu luto para te poder abraçar eternamente - sem pontes.

Espera por mim... nas noites em que te deitas sobre o meu peito e ouves o meu coração,
Que é teu desde o seu começo - desde esta vida em que vivi apenas e somente para te amar.
Espera por mim... num principio sem fim, naquela estação de comboios em que me vês partir,
Para mais tarde regressar - ao destino que construímos os dois - juntos num só sentimento.

Espera por mim... mesmo que me tenhas de largar a mão, mesmo que não me toques o corpo,
Em tudo aquilo que só conhecemos sempre que estamos juntos - sempre que somos um.
Espera por mim... hoje e sempre.
Espera por mim...
Na imortal…

"Respiro-te para poder viver"

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Não sei desde quando te amo, desde quando te sinto em mim, Muitos antes da tua chegada ao mesmo destino, ao meu peito, Em cada sentimento refeito – renascido ao sentir-te aqui. Não sei desde quanto te pertenço, desde quando sou teu por inteiro, Sem divisões nem intervalos – abraçando todo o amor que tenho… Que te ofereço com todo o meu coração – aberto em gritos.
Não sei  deste quando te sinto, mesmo não vislumbrando o teu rosto, Em toques e cúmplices olhares - como aqueles que me fazes, em segredos. Não sei desde quando te amo, muito para além do conhecido, De tudo o que era palpável e que eu não sentia, de tudo o que vivia… Não vivendo ao não te ter – em cada pedaço daquilo que chamo amor.
Não sei desde quando te amo e tão pouco me importa saber, Sabendo que te amo sem qualquer medo nem barreira (nem sinal de resistência – entregando-te tudo aquilo que sou). Não sei desde quando te sinto e… não minto ao amar-te, Em cada forma de arte – daquela de te tocar o corpo, beijando a alma. E… Não tenho calma…

"O que sou... ao ser teu"

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Sou o que nunca fui. Sou hoje o que sempre quis ser desde que aprendi... a sonhar. Hoje sou tudo o que pensei não existir, sou a força de um amor que cresce, No meu peito que bombeia sentimento - aquele que tu fizeste nascer em mim.
Sou... sou apenas tudo o que um dia não fui, sou a recordação que guardo, A história que construo - na minha, na tua, na nossa mão. Sou a paixão, as cores em que o meu peito explode, sempre que por ti bate, Na silenciosa noite em que sonho contigo, nos meus sonhos mais pedidos (nas vorazes tempestades que tão bem sabemos enfrentar juntos).
Sou a fome de viver, a saudade que fica e que chora na tua ausência, Sou o fado da inocência de quem ama com todo o seu coração.
Sou apenas as palavras que te escrevo ao deitar, Sou a forma de amar, o amar-te em todos os sentidos, Em todas as direcções… Sendo teu por completo, sendo nosso sem medos, Tocando com os meus dedos – naquele sonho que tornamos real…
Os dois.

"Não me perguntes porque te amo"

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Não me perguntes o que é amar… porque amar é amar-te em mim, Sem saber como explicar – conhecendo todo o sentimento que tenho por ti. Não me perguntes o que é amar… quando o amor não se explica, Não se escreve em palavras – vivendo-se no bater de um só coração. Não me questiones porque te amo, porque só te sei amar sem o saber, Sem descrever tudo o que sinto – escrevendo-te um pouco do amor… Que tenho em mim e que te entrego: por completo.
Não me perguntes o que é amar… porque não o sei dizer mesmo que tente, Não conseguirei eu dizer-te o tanto que sinto – ao sentir-te no meu peito. Não me perguntes o que é amar… apenas beija-me e sente, O pulsar de cada batimento – de um coração que é, inteiramente, teu.
Não me perguntes o que é amar… porque amar é não dizer, É sentir no silêncio de um abraço, é ficar no toque da pele, É perpetuar-se nas promessas que não são feitas. Não me perguntes o que é amar… apenas sei que é amor, O amor que sinto sempre que respiro, Sempre que sou teu... sem qualquer resistên…

"Barco de papel"

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Leva-me daqui... desta saudade que tenho de ti - que tenho de nós. Agarra-te ao meu peito e faz de mim o teu homem, o teu herói,
Aquele que te aquece nas noites frias deste Inverno, Fazendo-se tornar o que nunca foi, dando-te tudo o que pode dar, Nas palavras doces que te escreve - sentido cada batimento do teu coração (na imensidão de tudo o que contigo vive - vivendo a liberdade de amar).
Leva-me daqui... fugiremos num barco de papel e navegaremos no nosso mar, Nas ondas que nos envolvem em desejos, que nos saciam em beijos (fazendo-nos renascer um no outro - sendo um uno coração, em amor). Leva-me daqui... faz-me ser o principio de um fim que não se esgota, Que não se apaga em qualquer volta - uma eternidade expressa em olhares (em abraços apertados que nos tornam amantes do nosso próprio sentimento).
Leva-me daqui... e faz-me teu, meu, torna-me nosso, Em cada tempo em que tempo não apaga tudo o que sinto, Tudo o que somos - ao sermos um do outro - livres, apaixonados. Leva-me daqui... construire…

"Aquele futuro... só nosso"

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Amei-te desde o primeiro momento, não sabendo que era amor, Apenas sabendo que te amava – muito para além daquilo que era. Amei-te… amei cada pormenor do teu rosto, cada sentimento vivido, Repartido em olhares tão fortes, como aqueles que entregamos (um ou outro na realização de um sonho - que julgava impossível).
Ame-te desde o primeiro toque, desde o dia em que me beijaste, Na certeza que serias tu… o grande amor da minha vida. Amei-te… amei sem ter medo do que iria viver, sem querer mais... Do que aquele amor que construímos juntos (na simplicidade da cumplicidade que erguemos, sem promessas).
Amei-te desde o meu primeiro respirar, sabendo que sou teu, Muito para além do que posso explicar e escrever. Amei-te… e continuarei a amar-te com todo o meu coração, Na paixão que só consigo viver contigo, comigo, connosco.
Amei-te desde sempre e não será o sempre que terminará… Com tudo o que sempre fomos, com tudo o que seremos, Naquele lar que tanto sonhamos, Num futuro que será sempre… NOSSO.

"Sonhei contigo..."

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Sonhei contigo… talvez a noite inteira, No meu respirar sôfrego, no meu coração batente, No expoente do meu sentimento – aquele só teu. Sonhei contigo… num instante em que sonho era meu, Teu, nosso – vivido em sonos, realizado em segredos (Despidos de medos – entregues ao que somos). Sonhei contigo… na loucura da minha paixão, Na insanidade em que me deito, deitando-me a teu lado, Num fado que fala de saudade – da saudade que tenho de ti.
Sonhei contigo… nas ruas frias desta cidade, Despida como a minha pele, que clama pela tua – só a tua (No meu corpo que é teu, no meu âmago que te entreguei). Sonhei contigo… no sorriso que o meu rosto espelha, Ao saber que és a complementaridade do meu ser, Na liberdade que soubemos construir – no amor livre que somos.
Sonhei contigo… nos meus braços, na minha vida, Sem intervalos nem interrupções, nem divisões que nos separassem (Nas faltas que me causas - ao não estares aqui: comigo). Sonhei contigo… e tão bom foi sonhar com quem amo, Com quem me fez viver – depois …

"Amar-te-ei até ao fim dos meus dias"

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Amar-te-ei no tempo, no medo que perco ao amar-te desta forma, Ao sentir o teu corpo, a tua pele – no meu amor, nos meus sonhos mais reais. Amar-te-ei eternamente, em cada fragmento deste meu respirar, Nos batimentos do meu peito que vocifera de paixão, de cumplicidade (naquela em que nos olhamos como se confessássemos tudo aquilo que somos).
Amar-te-ei para bem de mim mesmo, para bem de todos os pecados que cometi, Por tudo aquilo que perdi e não vivi – antes de te ver habitar o meu coração. Amar-te-ei sem ser em vão e em vão nada será se te amar como te amo, Se te querer como te quero – na voraz força dos meus pedidos mais calados. Amar-te-ei para sempre, num sempre que não se esgota, que não termina, Tornando-se eterno em cada gesto tão nosso, em cada palavra que te escrevo (nos poemas que te endereço – como poesias romanceadas de um presente que me deste a conhecer).
Amar-te-ei até morrer e todo o morrer será pouco, Para esgotar este amor que sinto por ti, que sinto ao respirar-te, Ao amar-te c…

"Respirar-te..."

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Se pudesse... dar-te-ia tudo de mim, sem intervalos nem interrupções, Sem esquecimentos nem interrogações - se pudesse... estaria contigo agora. Se puderes, deixa-me ir ao teu encontro, abraçar-te, sentir-te, amar-te, Ser teu muito para além do meu corpo, muito para lá da minha pele. Amor... deixa-me ser teu todos os dias...
Se pudesse, e se tu me deixares, embarcarei no primeiro comboio, Fugirei de tudo, de todos, fugirei do medo. Se puderes... espera-me, nas nossas memórias mais verdadeiras, Nas nossas palavras mais reais - aquelas que te beijam ao anoitecer (nos sonos em que nos encontramos, em que trocamos promessas de amor eterno).
Se pudesse... não estaria aqui, sentado, revirado, saudoso, De nós, de nós dois, do nosso amor, de um só sentimento. Se puderes... agarra-me, mas com força, com intensidade, com desejo, No querer de tudo aquilo que sou, que somos juntos: os dois. Se pudesse mataria a saudade em mim, talvez agora, nesta hora, Ou no segundo que se segue ao meu respeitar (mais ansioso).

"Amor... espera-me"

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Espera por mim, espera que volte, Que fique e que perdure. Amor... espera por mim. Espera-me num tempo em que o tempo passa, Em que tanto muda... menos o nosso amor. Espera por mim, neste e noutra vida, Amor, espera-me... amor, aguarda-me...
Espera por mim... Na continuidade de tudo o que somos, de tudo o que damos, Do amor que sentimos, apenas nós, apenas os dois. Espera-me sempre, mesmo que a espera demore. Amor, espera-me... amor, aguarda-me...
Espera por mim, no sonho que se torna real,  Nos braços, nos nossos braços, Envoltos em sentimento, revestido de amor. Espera-me! Guarda tudo o que te dou, Nos lábios, nas memórias, nas mãos. Amor, espera-me, Amor... aguarda-me...