Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2015

"Não quero ser quem não sou!"

Imagem
Não quero ser quem não sou! Quem não sou e nunca fui, Não quero ser o que não fui, Não sabendo ser... quem sou. Não quero!
Apenas não quero ter o que não tenho, Porque o que tenho faz de mim quem sou - E sendo eu o que sou, Não quero ter mais do que aquilo tenho. Para ser... o que sempre fui.
Não quero ser o engano. O engano que nos engana o peito, Que inflama os olhos, Que nos faz ser o que não somos -  O que não nos faz sorrir.
Não quero eu ser o que não vejo, Porque o que vejo marca-me a pele. O que não vejo... Engana-me em utopias.
Não quero ser quem não sou, E não vou para onde me dizem ir. Fico no meu caminho! No que quero e não no que não quero, Dando-me a quem me dou -  Sendo parte... daquilo que sou.
Não quero amar quem não me ama,  Ou então ser o amor de quem não amo.
Quero amar a vida que me corre nas veias. Ser quem sou - amando todas as minhas... Fantasias.
Então... Não serei o que não sou. Não prometo e juro o que não dou. Não me dou a quem não quero e... Quem eu quero... Eu dou-me por completo.
Sendo qu…

"Corpo molhado - Salgado pelo Mar"

Imagem
Desliza as tuas mãos sobre o meu corpo molhado... 
Salgado pelo mar,
O mar de amar - de amar-te com tudo o que sou
(com tudo o que tenho).
Abraça o minha pele arrepiada pelo sentimento, 
Pelo momento em que me dou,
Em que te dás - 
 No prazer de sermos bem mais que amantes,
Bem mais que tudo... 
Bem mais que a saudade que nos finda: em segredos.

Abraça-me eternamente... 
No ansiar dos nossos beijos, 
Na verdade dos nossos olhares,
Sempre que somos um, 
Sempre que nos fundimos em desejo, 
Sempre que nos repartimos num só coração, 
Num só pedaço de carne que sabe somente...
Amar.

Desliza as tuas mãos, 
Faz das tuas as minhas, das minhas as nossas,
Limpa-me o tempo em que o tempo tão pouco era, 
Em que o fado chorava a falta,
A falta que hoje não sinto, o amor que já não minto,
No momento em que sou teu - por inteiro.

Faz de mim o teu porto seguro,
Segura-me a aperta-me,
Funde-me no teu peito,
Sente todo o meu sentimento.

Desliza as tuas mãos, apenas desliza e fica...
 Sobre o meu corpo molhado, sobre este meu peito…

"Fica em mim..."

Imagem
Fica em mim... neste meu peito que se envolve no amor que sinto, Na saudade que me corre pelo corpo, nas veias que gritam o teu nome, Nestas desertas ruas, nestes silêncios que me revoltam, nas memórias que assolam... As minhas mãos que procuram as tuas - nas imagens que me fazem sorrir. Fica em mim... no rasgar do medo que deixo ficar num passado em que nada era, Nas lágrimas que me escorriam pelo rosto - pensando ser o que nunca fui, Pensando nada ter... e ver o futuro como uma utopia que jamais alcançaria, Que jamais viveria - caindo nas tormentas da solidão.
Fica em mim... no meu âmago que se revolta no toque da nossa pele, Nos olhares profundos, imunes ao inferno que fica para além de nós, Num mundo que cai sobre quem diz amar sem o sentir, de quem não sabe lutar (dissipando-se no esquecimento de tudo o que foram - não sendo). Fica em mim... na eternidade que descobrimentos juntos, nos nossos sonhos mais profundos, Naqueles em que nos demos, em que fomos tudo o que desconhecíamos,
Antes de des…

"Arde-me!"

Imagem
Arde-me! Na clareira do teu olhar, No desejo que me invade, No sonho que arde. Arde-me em paixão, Afoga-me a saudade.
Arde-me! Na insanidade que sinto, Sempre que não minto, Que te amo com tudo o que sou. Arde-me em eufemismos, Em fantasias e verdades, Em actos heróicos da realidade, De sermos apenas um… Um só coração.
Arde-me! Ateia-me e incendeia-me, Usa o meu corpo! Prende-me os movimentos. Abraça-te a mim… Fica comigo - esta noite.
Apenas… arde-me! E permanece no fogo, Envoltos de tudo, De tudo que somos juntos. De tudo o que temos só nos dois. De tudo o que construímos – com o nosso amor, Com a nossa eternidade. Arde-me!

"Sôfrego Amor"

Imagem
Quando olhei nos teus olhos… disse que seria teu em segredo, No mistério de mim mesmo – ao amar-te desde o primeiro instante. Talvez fosse o tempo a revelar-me tal amor, ou as promessas que nunca fiz, De ser feliz no peito de alguém, no coração de quem… abraça-me a nudez. Sinto o meu rosto humedecido pelas memórias que me envolvem na noite, O meu corpo contorce-se na saudade que sinto de ti, e eu... eu choro. Choro a falta do teu abraço, a firmeza do teu sentimento, Aquele que dá vida à minha história, que dá história ao meu destino.
O tempo revelou-me que amar-te é viver em mim, é viver neste corpo, Antes tão morto - como as folhas que desnudam as árvores (em outonos secos). Foram oceanos de silêncios entorpecedores, um âmago calado pela saudade, Pela saudade do que nunca tive, do que nunca fui - contigo.
Renasci nas juras que nunca foram feitas, ou então confessadas à luz do luar, Na cumplicidade da nossa pele em sintonia, na magia da cumplicidade… Que semeamos em terras (nunca antes desbravadas)…

"Rasga-me!"

Imagem
Rasga-me! Peço que me rasgues sem dó,
Que me rasgues a pele. O medo.
O segredo.
Que me rasgues o temor… da saudade.
Rasga-me!
Grita-me ao ouvido a paixão,
A vontade de amar. De querer.
De ficar.
Ao meu lado, em vivo fado,
Em desejo saciado…
Numa cama, repartida a dois.

Rasga-me!
Revolta-me por dentro,
Desperta-me o sentimento,
Faz de mim… o sangue ardente.
Que me corre nas veias,
Que incendeia, o meu âmago desnudo,
O meu querer profundo.
Rasga-me… em vontades.

Rasga-me!
Mostra-me o mundo que vai...
Para além de tudo o que somos,
De tudo o que temos.
Rasga-me os momentos efémeros,
Faz de nós eternidades,
Faz de nós o que temos de ser.
Rasga-me! Somente... rasga-me...


Grande Amor

Imagem
Serei teu... sempre que o amor bater neste meu peito, Sempre que a saudade habitar os meus braços, E as minhas veias gritarem por ti -  nas poesias que te escrevo. Serei teu... nas noites em que o desejo pedir para ser vivido, Na nudez da minha pele que encontra alento na tua, Na complementaridade do sonho que vivo... A teu lado.
Serei teu... nas promessas rasgadas e nas juras que não faço, Nos baraços que nos unem, nas cordas que nos entrelaçam, No destino que nos cruzam - em oceanos de amor. Serei teu... no melhor que tenho em mim e na voraz vontade, De ser a metade que nos falta, de ser o tempo que não perdoa, O que não vivemos com intensidade, O que não damos... em verdade.
Sou teu... em cada ansiedade de te beijar, De acreditar que somos mais fortes que o mundo, Que somos bem mais altos que os homens - que somos eternos. Sou teu... em cada ternura, na ausência da amargura, De um passado esquecido. Perdido. Dissipado. No fado que deixamos tocar enquanto nos amamos, Enquanto nos damos - sem pudor de s…

"Olhares Profundos"

Imagem
São águas... profundas, Profundos amores vivos, Cravados em coração que geme de saudade, Em abraço apertado - na noite. São as águas... As ondas que envolvem os corpos, Que declamam o sentimento, Em olhares de contentamento, Em mãos... cheias de nada.

São águas... revoltas paixões, Corpos despidos e nus, Na nudez da vontade que se exprime, No medo que se comprime... Em beijos - osculados. 

São ventos que nos assobiam a verdade das palavras,  O verdadeiro sentido do sentimento,  Num rasgar de tempestades que se comprimem a nada...  Quando nos juntamos numa eternidade incandescente.

São olhares profundos, Toques incautos, suspiros sôfregos, Que nos arrepiam a pele,  E que fazem com que percebamos o que realmente importa.  Apenas eu e tu.

São o âmago que se rasga em juras, Em detrimento das amarguras - que a água lava. São a sede de infinito, o amor descrito, Nas paredes daquela casa, Na vida de quem por lá passa.

São águas... profundas, São eternidades utópicas... Que se abraçam na realidade, De tudo o qu…

"Falo-te de amor..."

Imagem
Falo-te de amor... porque só te sei amar, Nas horas em que sou teu, um teu tão meu, Um meu... tão nosso. Falo-te de amor... sempre que te abraço o corpo, E nos teus olhos me perco, na profundeza dos sentidos,
Dos medos perdidos - amando-te por completo.

Falo-te de amor... sempre que o silêncio vem, Na noite em que adormeces sobre o meu peito, Alimentando de batimentos o meu coração... Saciando-me - em sentimentos.
Falo-te de amor... neste nosso tempo, Na infinidade em que nos entregamos, em que nos damos... Um ao outro - sem pudor.
Falo-te de amor... nas roupas que despimos, Que caem sobre o chão frio em que nos deitamos, Aquecendo os nossos corpos - na nudez do prazer.
Falo-te de amor... sempre que te beijo sem pensar, Sentindo tudo o que me dás, tudo o que tenho para te dar (há luz de um céu tão nosso - em que somos um: ao luar). Falo-te de amor nas palavras que te escrevo, Nos versos que componho - na inspiração do teu ser.
Falo-te de amor... E falar-te-ei ate morrer e... Mesmo depois da morte do nosso …

"Mar"

Imagem
Talvez seja o mar e apenas o mar...  Aquele em que me entrego em utopias, em fantasias, Em que sei sonhar - na liberdade de mim mesmo. Talvez seja ele e apenas ele... que me traz a saudade, Que mostra a verdade de ser um coração repleto... De amor.
Talvez seja o meu mar.... Que me dá vida e me faz viver, Onde eu padeço dos meus pecados e encontro um refúgio (um silêncio violento que me irrompe: o desejo).
Talvez seja esse amar... aquele que me abriga, Que faz de mim o homem que sou, de onde venho... Para onde... não vou. 
Aquele mar... Um mar salgado que me limpa o corpo, Em que posso ser louco. Em que posso ser eu. Aquele mar que nem é teu e nem meu... Mas que é nosso.
Talvez seja o mar e apenas o mar... Que me abraça e me enlaça, Na vontade que lenho De A-Mar... Amar-te em mim...

"Introspeção"

Imagem
Existem sentimentos que não podem ser falados... Contados a um presente ausente, a uma vida dormente, A um oceano de gente - que não sabe o que é amar. Existem cumplicidades que se ganham com o tempo, Com aquele que faz esperar, desesperar, Pedir para ficar. Ou somente... Partir.
A vida é mesmo assim... Ama-se no tempo certo, no momento exacto,
Em que passamos a ser bem mais que nós, Bem mais que os homens. Em que passamos a ser... coração.
Então... Entramos num turbilhão de sentidos, Somos destemidos, somos desmedidos, Damos tudo o que temos, amamos com o tanto que  nos pertence, E depois... Embarcamos num oceano de sonhos.
Erguemos a nossa força, acreditamos na utopia, Alcançamos a fantasia e adormecemos... Na certeza de que somos completos.
É neste amor que me dou, Que sou teu... sem medos nem barreiras, Nem fronteiras que me prendem os passos. Neste amor vivo, em que vivo intensamente. Ardentemente. Loucamente.
É apenas este amor e amar-te assim, Que rompe com tudo o que tenha fim, E que me faz amar o teu se…

"Abraça-me"

Imagem
Abraça-me... Abraça o meu corpo por um segundo, Sente o meu peito inflamado de amor, O meu sonho que não é sonhar, O meu destino que não é caminhar. Abraça-me! - com firmeza.
Abraça-me... Tira-me o medo, rompe o segredo, Cria em mim o desassossego -  rouba-me daqui.
Abraça-me sem fim,
E conta comigo os segundos que não respiro,
No beijos em que me dispo,
E entrego tudo o que sou: a ti.

Abraça-me...
Fala-me de amor e adormece no meu peito,
Faz-me sentir vivo.
Estar vivo!
Gritar vida!

Abraça-me na despedida...
E não me deixes partir.
Faz-me apenas ficar,
Amar...
Amar-te,
Eternamente.
SEMPRE!





"Ouve-me..."

Imagem
Amar-te-ei sempre… sempre que o sonho chegar e eu partir de mim, Amar-te-ei na saudade que tenho aqui – neste peito que te pertence, Desde o primeiro momento, desde o primeiro batimento, Amar-te-ei… vorazmente.
Amar-te-ei em cada palavra calada, Na minha vontade encerrada, Neste meu corpo que entrego a ti – na ausência de um fim, Amar-te-ei com tudo o que tenho... em mim.
Amar-te-ei na noite em que findo na saudade, Em que sou metade – ao não estar nos teus braços. Amar-te-ei em pedaços, em memórias que não consigo esquecer, Desse olhar em que só me sei perder… Amar-te-ei enquanto poder. Amar-te-ei eternamente!
Amar-te-ei dormente… Na euforia de viver tal amor, De ser teu sem medos, de ser nosso sem segredos. Amar-te-ei e terei a felicidade nos meus dedos, Naqueles que entrelaço com os teus – em epopeias de amor.
Amar-te-ei com todo o meu fulgor, E mesmo que a morte me mate, E, mesmo que o destino me maltrate, Amar-te-ei calado – gritando que sou teu… Teu para sempre.


"Silêncio"

Imagem
Não quero ser o Silêncio... O calar da minha própria voz. A agonia do medo de falhar. Do erro em que possa cair. Não quero ser o silêncio...  Em que morro - na saudade.
Não quero! Ser a promessa rasgada. A mão cheia de nada. A vida calada. Não quero ser... o silêncio.
O silêncio que me atormenta, O escuro em que ele se alimenta. Não quero ser... Não quero estar - sozinho.
Não quero ser o silêncio... Aquele que me consome e me engole, No que não digo ser meu, No que não tenho em mim (encerrado no meu peito).
E... Se tiver de ser refeito, Que seja feito de tudo menos de silêncio, Que seja o começo e não o fim, Que seja doce... como o aroma de jasmim.
Não quero ser o silêncio... Apenas quero ser o som voraz, Do teu peito apaixonado, Do teu olhar iluminado, Ao me amares.... como eu te amo.

"Metade de mim"

Imagem
Escolhi amar-te... não pelo destino e... Muito menos pelo tempo. Amei-te, desde o primeiro momento, Na verdade de quem sou -  a teu lado. Nos sonhos que sonho contigo, Nos abraços em que nos perdemos, Nas noites quentes em que nos entregamos... ao amor.

Escolhi amar-te... amar cada pedaço do teu ser, No completo sentimento que despertas em mim, Nas horas tardias em que rimos que nem loucos, Em que somos poucos, em que somos dois... Um só coração.
Escolhi amar-te... no instante em que dei tudo de mim, Em que as barreiras se quebraram, Em que os fantasmas se dissiparam, Em que me libertei do medo e fui... somente: teu.
Escolhi amar-te... como bem de mim mesmo, Como vida que me corre nas veias, Como esta paixão voraz que me incendeia (sempre que me rendo ao teu profundo olhar).
E... Só te sei amar, sem questões e sem temor, Vivendo todo este amor... Contigo - metade de mim.

Posso eu ser apenas teu...

Imagem
Posso ser eu o vento… Aquele que te oscula os lábios... Que faz de ti um porto seguro... Em que posso repousar – o meu coração. Posso eu ser a imensidão… De um abraço penetrante que te abraça... Que envolve o teu corpo no meu... Em sentimentos tão verdadeiros (como o sonho que alcançamos, unidos).
Posso eu ser a simples melodia... A expressão máxima do desejo... De me perder no beijo… Do teu olhar – tão profundo. Posso eu ser o teu mundo… O teu ponto de chegada... Quem te ama sem mais nada... Quem te ama na complementaridade de tudo… Aquilo que és.
Posso eu ser apenas teu... Sem me perder nos caminhos... Nos quais me perdi um dia. Em que tinha a minha alma vazia (aquela que habitaste, em amor).
Posso eu ser fulgor... Aquele que te envolve em fantasias... Que rompe com as utopias... Que faz de nós – amantes.
Podemos ser então errantes. Ou simplesmente, Posso eu apenas ser eu. Porque, sempre que sou teu, Sou quem te ama para além do fim. Sou quem te ama. Eternamente.


Em cada partida e em cada chegada...

Imagem
Amar-te-ei… Mesmo que um dia digam que não existe amor, Que o sentimento se perdeu, Que todo o sonho morreu… Eu amar-te-ei – muito para além de mim. Amar-te-ei na ausência de um fim. Na voracidade do desejo. Na partilha de um beijo. Na insanidade de ser livre, a teu lado.
Eu… EU irei amar-te – eternamente.
Amar-te-ei como quem agarra a vida, Em cada partida e em cada chegada, Na palavra calada. Na pele usada. Pela verdade de tudo o que somos. Pela intensidade de tudo o que damos. Ao amarmo-nos – como nos amamos.
Amar-te-ei para bem de mim mesmo, Para respirar como quem condensa o mundo… Nas suas mãos. No nosso abraço. (em sonhos reais – em utopias alcançáveis).
Amar-te-ei mesmo para além da minha morte, No dia em que o meu corpo sucumbir, Em que tudo se desvair. Eu verei tudo desaparecer e… No meio do nada que possa existir... Amar-te-ei… Amar-te-ei SEMPRE!

"Chuva"

Imagem
Talvez seja a chuva. Aquela que fica, Ou então que vai. Livremente. A chuva dormente de tanta gente, Ou de mim mesmo. Silenciosamente. Talvez seja essa chuva… a que molha a calçada, Usada! Pisada! Pela força de quem por lá passa, Fazendo dela… nada.
Talvez sou a chuva… que marca a pele, Que nos leva à solidão, De um quarto vazio ou então… De um rio (que se finda no mar). Talvez, talvez seja a chuva. Aquela que não é de ninguém, Ou então que pertence a todos. Que escorre pelo nosso corpo. Que faz de nós... selvagens.
Talvez seja eu a chuva. Aquela que poucos sentem, E que tantos abandonam, No recanto dos seus próprios medos.
No escuro da noite fria.
Nos gritos mudos... abafados: em fantasia.

Talvez seja a chuva... intemporal e voraz,
Capaz de amar até o próprio chão,
Em que se vê caída.
Talvez seja essa chuva despida,
Repleta de sonhos e desejos,
Que pede em beijos...
Para ser amada - em vida.