Acredita no que vives...


Os caminhos tomam outros rumos, as histórias ganham um novo sentido. Assim avançamos com o tempo, assim crescemos com os erros que cometemos e com os sentimentos que aprendemos a esquecer. No amor vive-se a dualidade de ficar ou partir, de largar ou agarrar com todas as forças. Calamos tantas vezes em vez de dizermos, partimos tantas vezes querendo ficar e, o que sobra no final? O que fica na nossa história? Fica o vazio, aquele arrependimento que nos sufoca a alma, que nos prende às recordações que nos fazem ainda sorrir. Por isso não deixes a tua história viver a recordação, tudo o que se perde pode-se reaver, basta sermos nós, basta amarmos de verdade, basta querermos o que sempre queremos, aquilo que vimos passar por entre os dedos da nossa mão em momentos que não soubemos lutar. Há sempre um tempo certo, um tempo que nos mostra que é a hora, é a hora de voltarmos a viver o que queremos, de voltarmos a entrar no caminho daquilo que nos faz felizes, que nos move, que nos faz levantar da cama como uma alegria que nem conseguimos encontrar explicação. Os olhares permanecem os mesmos, sempre que há amor o olhar permanece vivo, os silêncios são entendidos e os gestos são espelho de um querer que não morre, de um desejar que não esmorece, de um viver que pede um pouco mais, que pede para que dois destinos se cruzem, se entrelacem, que vivam um caminho todo pela frente. Eu acredito nisso, acredito neste amor que aqui falo, neste tempo que aqui mostro, acredito ainda que há e sempre haverá a hora certa, porque o que é verdadeiro não morre, porque o que é verdadeiro não se apaga, porque o que é verdadeiro, mais cedo ou mais tarde, acaba por ser vivido...





Quero continuar a ser este romântico incurável, este sonhador que acredita e fala de amor, quero continuar a amar como amo, a querer como quero, porque é mesmo assim que sou, é desta forma que posso dizer que sou um homem feliz...



Comentários

  1. Oh, é mesmo!
    O teu blog continua um encanto, meu Deus. Adorei o texto*

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  2. sem amor não se consegue mesmo viver, nem que seja amor-próprio. Mais uma vez, muito obrigada (:

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  3. Sempre muito agradavel passar por aqui :D muito mesmo *.*

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  4. Não tens de pedir desculpa. Percebo perfeitamente. Também não tenho conseguido vir ao blog tantas vezes quanto queria. Muito obrigada e o mesmo digo eu. Espero que esteja tudo bem também :)

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