Meia dúzia de palavras...
Orgulha-te de quem és, luta, vive, agarra, preserva,
arrisca. Se caíres, levanta-te, mais forte, mais determinado, mais
corajoso. Não vás por atalhos, caminhos distorcidos ou aventuras
efémeras. Aventura-te a amar, com tudo, sem desculpas, sem constrangimentos,
sem momentos. Sonha, de olhos abertos, de olhos fechados ou até mesmo quando
avistas quem te faz tremer. Não te prendas, nasceste livre e é nessa liberdade que
te moves. Movimenta o corpo, nunca será numa cadeira que
formarás o teu destino. Não vás
de imagens, vive é de sabores, daqueles que te ficam na boca e te fazem sorrir.
Enfrente fantasmas, quebra muros mas não esperes ter
algo sem nada fazeres. Torna-te um homem de valor, daqueles que ambicionavas
ser em pequeno, será que agora já o és? Então não
faças do tempo um tempo perdido, não faças da tua
história um rascunho sem qualquer significado. Ama porque
sim, vive porque sim, agarra porque sim, liberta-te porque sim. Não vás
por conversas alheias, por vozes que, na verdade, não são a
tua. Admira as pessoas verdadeiras, as mulheres que te cativam com um sorriso,
aquelas simples que não se importam de ter uma nódoa
na blusa, o batom borrado por um beijo ou a maquilhagem por fazer. Faz de ti o
herói de uma mulher assim, daquelas que, mesmo que tu
estejas todo desarrumado, olhem para ti e te digam “Estando tu com uma camisa
ou uma t-shirt rasgada fazes o meu coração feliz”. Sabe bem respirar verdade, pegares na mão,
partilhares uma bebida, perderes a noção do tempo e
passeares com a tua companheira de história e não
desfilando com uma barbie que faz arregalar os olhos de quem, ainda, não
aprendeu a sentir. E disto que eu gosto, deste desprendimento em que, o
principal de tudo, é sermos felizes, ora na praia, ora numa rulote ou até mesmo
num hotel com vista para a serra. O que interessa é vivermos, o agora, porque
nem sabemos se o amanhã existirá. Agora não
fiques na demora, no impasse, um homem gosta de conquistas mas, igualmente, um
homem gosta de ser conquistado, com palavras, olhares mas, sobretudo com
atitudes. Se gostas arrisca, arrisca-te a ter, a viver, a beijar ou até mesmo a
abraçar. Mas nunca, nunca na vida escrevas a tua história
sem ser, única e exclusivamente, pela tua vontade...

gostei imenso
ResponderEliminarEstamos em sintonia. Devemos arriscar seguir o nosso instinto. Sem dúvida uma meia duzia de palavras que vale por mil. Abraço
ResponderEliminarAventura-te a ler isto.
ResponderEliminarAventura-te a sonhar.
Aventura-te a viver esses sonhos.
Arrisca essa meia dúzia de palavras e escreve um livro inteiro de histórias tuas. Histórias que não deixaste de viver.
Arrisca-te ao arrepio ao olhares para trás no tempo e veres que leres esta meia dúzia de palavras valeu todo o tempo.
Sonhei :)
um texto capaz de “civilizar” o homem mais “embrutecido” ;))
ResponderEliminarlindo!!
Patrícia*
Obrigada por de forma tão bonita incentivares alguém a ser capaz de VIVER! Defendermo-nos, perder o medo de arriscar é uma aventura para alguns mas é realmente o que vale a pena...
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