A minha forma de te amar...
Tirem-me o Outono, as folhas que caem no
chão,
Tirem-me o ar ou até mesmo a razão,
Tirem-me as estradas, os atalhos, as
seguranças,
Tirem-me a fortuna, escondam-me as
esperanças.
Tirem-me os sapatos, ando de pés
descalços,
Tirem-me tudo, façam-me enfrentar percalços,
Tirem-me os dedos, os anéis, os valores,
Tirem-me aqueles efémeros sabores.
Tirem-me a seriedade, eu serei criança,
Tirem-me tudo até mesmo a bonança,
Tirem-me a água, eu aprenderei a viver,
Tirem-me tudo o que esteja por viver.
Tirem-me a orientação e mostro-te o meu
lutar,
Tirem-me o chão, eu seguirei a minha
noção,
Tirem-me tudo, tudo o que não me faz
estar,
Tirem-me a vida mas nunca esta minha
forma de te amar...

“O que sentes? Borboletas...”
É exatamente nesta capacidade de sentir borboletas que a vida se torna mais do que é. Mais uma vez o sentir faz toda a diferença, e quem sente assim.... não é gago;)
ResponderEliminarbeijinho
Lindo! :)
ResponderEliminarUma forma de amar sem dúvida alguma especial! Mais uma vez surpreendeste-me com as tuas palavras :)
ResponderEliminarum beijinho*
Sinceramente não sei, escrevi-o à dois dias se não me engano. Aproveito e agradeço pelos comentários que vais deixando no meu cantinho, é sempre bom receber alguém como tu :)
ResponderEliminarBelíssimo! É d'esta forma de amar que o mundo precisa.
ResponderEliminarQue nunca te tirem nem percas essa tua forma de amar mesmo. Essas borboletas são o sinal que todos precisavamos para saber que a vida é boa. :)
ResponderEliminarUm beijinho
*_* que liiiiiiiiiiiiindo!!! Estou emocionado aqui!!! Palavras comovedoras e tocantes!
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