Por mais que tudo me leve a desistir... eu não me canso de ACREDITAR!
Pode a vida arrastar-me...
Privar-me da liberdade,
Rasgar-me em ansiedade,
Em lágrimas e solidão.
Pode o destino esquecer-se de mim
E os meus sonhos morrerem no meu peito,
Enquanto grito que queria viver o perfeito
De uma imperfeição que não morre, por fim.
Pode tudo desabar...
Mostrar o pior do ser humano,
Fazer com que o meu coração se desenhe num plano...
Que passar por partir para nunca mais voltar.
Pode tudo agora não encontrar o seu lugar
(E a vontade seja somente de desistir)...
Mas, enquanto eu respirar,
Enquanto tanto poderá surgir,
Eu persisto!
Eu insisto!
Eu não me canso de ACREDITAR!

Rasgar-me em ansiedade,
Em lágrimas e solidão.
Pode o destino esquecer-se de mim
E os meus sonhos morrerem no meu peito,
Enquanto grito que queria viver o perfeito
De uma imperfeição que não morre, por fim.
Pode tudo desabar...
Mostrar o pior do ser humano,
Fazer com que o meu coração se desenhe num plano...
Que passar por partir para nunca mais voltar.
Pode tudo agora não encontrar o seu lugar
(E a vontade seja somente de desistir)...
Mas, enquanto eu respirar,
Enquanto tanto poderá surgir,
Eu persisto!
Eu insisto!
Eu não me canso de ACREDITAR!

Lindo poema!
ResponderEliminarLindo, lindo!!!
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