Talvez a vida seja mesmo uma filha da p*#a!
Talvez nem sempre a vida seja justa.
Sentimos que o chão desaba sob nós,
Que a dor agarra-se ao nosso coração,
E que a saudade nos invade o peito.
O sentimento de impotência é maior do que tudo aquilo em que acreditamos,
A frustração tolda-nos o olhar,
A ângustia soca-nos o estômago,
E a solidão abraça-nos à noite.
São sonhos traídos, roubados, rasgados -
em mil pedaços, em mil estilhados.
E somos bombardeados vezes sem conta,
Empurrados para baixo,
Sufucados em lágrimas, em gritos mudos, em mundos tão escuros que nem sequer conseguimos encontrar o caminho de volta.
Talvez a vida seja mesmo uma filha da p*#a,
Um pedaço de uma morte lenta,
De injustiças e de falta de esperança,
Da ganância daqueles que ficam e daqueles bons que partem cedo demais.
É como se nada fosse certo,
Como se tudo mudasse.
Hoje temos e amanhã perdemos,
Hoje sorrimos e amanhã choramos.
Mas por mais que tudo atenue,
Nunca saramos o que nos ferre a cada passo que damos.
Talvez isto é que seja a vida,
Um conto de falhas,
Em que que cada falha nos possa fazer aprender,
Que mais cedo ou mais tarde,
Todas as nossas questões encontrem as suas respostas.

Que a dor agarra-se ao nosso coração,
E que a saudade nos invade o peito.
O sentimento de impotência é maior do que tudo aquilo em que acreditamos,
A frustração tolda-nos o olhar,
A ângustia soca-nos o estômago,
E a solidão abraça-nos à noite.
São sonhos traídos, roubados, rasgados -
em mil pedaços, em mil estilhados.
E somos bombardeados vezes sem conta,
Empurrados para baixo,
Sufucados em lágrimas, em gritos mudos, em mundos tão escuros que nem sequer conseguimos encontrar o caminho de volta.
Talvez a vida seja mesmo uma filha da p*#a,
Um pedaço de uma morte lenta,
De injustiças e de falta de esperança,
Da ganância daqueles que ficam e daqueles bons que partem cedo demais.
É como se nada fosse certo,
Como se tudo mudasse.
Hoje temos e amanhã perdemos,
Hoje sorrimos e amanhã choramos.
Mas por mais que tudo atenue,
Nunca saramos o que nos ferre a cada passo que damos.
Talvez isto é que seja a vida,
Um conto de falhas,
Em que que cada falha nos possa fazer aprender,
Que mais cedo ou mais tarde,
Todas as nossas questões encontrem as suas respostas.

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