Sai... e não me voltes a procurar!

Sai por essa porta...
Deixa-me despido nesta cama...
Neste quarto em que usaste o meu corpo,
Em que o meu coração chora de dor...
Deixa-me sentir a solidão de tudo aquilo que nunca me deste,
Desta ilusão de ser mais do que um momento,
Do que uma história que nunca teve o seu início.
Sai...
Não me voltes a procurar...
E a dizeres que me amas na mentira de tudo aquilo que nunca fomos,
Desde o sentimento que nunca sentimos,
Desta paixão que não passa de uma ilusão, que é a minha vontade de ser feliz.
Deixa-me por um momento...
Deixa-me erguer e ser aquilo que nunca fui,
E poder esquecer-te...
Para bem de mim mesmo.
Sai...
Para que alguém entre e me possa amar
(como tu nunca me amaste...).

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