Odeio-te!
Odeio-te...
Sempre que me deito e não me consigo esquecer de ti.
Quando sinto a dor a trespassar-me o coração,
Quando perco a razão e sinto saudades de quem tanto me magoou.
Odeio-te tanto...
Tanto que o amor parece ser aquilo que nos une,
Mesmo que me tenhas deixado, mesmo que me tenhas enganado,
Mesmo que tudo o que tu possas fazer é trair-me.
E hoje sinto aquela dor tão forte,
Aquela que tu nunca vais sentir.
Porque agora estás a divertir-te... enquanto eu estou neste chão,
Enquanto eu arranco o meu coração,
E sonho com o dia em que tu me poderás amar.
E eu sei que isto não pode ser amor,
Que muito menos é um sentimento maior.
Isto é desgosto...
Uma tristeza que jamais conseguirei apagar,
Se continuar a amar-te...
Muito antes de eu me amar a mim mesmo.

Quando sinto a dor a trespassar-me o coração,
Quando perco a razão e sinto saudades de quem tanto me magoou.
Odeio-te tanto...
Tanto que o amor parece ser aquilo que nos une,
Mesmo que me tenhas deixado, mesmo que me tenhas enganado,
Mesmo que tudo o que tu possas fazer é trair-me.
E hoje sinto aquela dor tão forte,
Aquela que tu nunca vais sentir.
Porque agora estás a divertir-te... enquanto eu estou neste chão,
Enquanto eu arranco o meu coração,
E sonho com o dia em que tu me poderás amar.
E eu sei que isto não pode ser amor,
Que muito menos é um sentimento maior.
Isto é desgosto...
Uma tristeza que jamais conseguirei apagar,
Se continuar a amar-te...
Muito antes de eu me amar a mim mesmo.

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