"Posso ter errado... mas amo-te!"
Posso ter errado... Falhado. Tentado. Esquecido.
Posso ser proibido. Empurrado para a vontade de não ficar.
Ser então terra em vez de mar. Um chão esquecido de sentir.
Posso fraquejar...
Entregar-me à saudade que sinto no meu peito -
Mesmo sendo imperfeito. Mesmo não tendo estado presente.
Posso ter-me entregue ao desconhecido. Vendido tudo o que tinha em mim.
A alma. O coração. A razão! -
Arrastando-me na multidão... sem sequer pedir piedade.
Posso ter passado...
Sem olhar. Sem ver. Sem sentir.
Só pela vontade que tinha de sucumbir... à própria melancolia que tinha no meu peito.
E enquanto isso tudo era tão feito.
Feito de mentiras. Feito de ilusões. Feito de... esquecimento.
Mas o tempo...
Esse não passava. Ficava!
Só para me fazer lembrar ainda mais. Só para aumentar a dor dos meus mais silenciosos "ais".
Das minhas confissões mais depravadas.
Eram palavras erradas. Gestos adiados. Encontros forçados...
Uma mão cheia de nada - acreditando que tinha tudo.
Podia ser o mundo... mas não era.
Era uma espera.
Um pedido constante. Uma loucura calada.
Encerrada entre as quatro paredes daquele quarto.
Vazio. Tão escuro como um rio... que se entrega à noite da cidade.
E eu sei que posso estar errado.
Que posso ter falhado. Tentado. Esquecido!
Mas uma coisa eu não admito!
Dizerem-me que nunca tenha sido amado (por ti)!

Ser então terra em vez de mar. Um chão esquecido de sentir.
Posso fraquejar...
Entregar-me à saudade que sinto no meu peito -
Mesmo sendo imperfeito. Mesmo não tendo estado presente.
Posso ter-me entregue ao desconhecido. Vendido tudo o que tinha em mim.
A alma. O coração. A razão! -
Arrastando-me na multidão... sem sequer pedir piedade.
Posso ter passado...
Sem olhar. Sem ver. Sem sentir.
Só pela vontade que tinha de sucumbir... à própria melancolia que tinha no meu peito.
E enquanto isso tudo era tão feito.
Feito de mentiras. Feito de ilusões. Feito de... esquecimento.
Mas o tempo...
Esse não passava. Ficava!
Só para me fazer lembrar ainda mais. Só para aumentar a dor dos meus mais silenciosos "ais".
Das minhas confissões mais depravadas.
Eram palavras erradas. Gestos adiados. Encontros forçados...
Uma mão cheia de nada - acreditando que tinha tudo.
Podia ser o mundo... mas não era.
Era uma espera.
Um pedido constante. Uma loucura calada.
Encerrada entre as quatro paredes daquele quarto.
Vazio. Tão escuro como um rio... que se entrega à noite da cidade.
E eu sei que posso estar errado.
Que posso ter falhado. Tentado. Esquecido!
Mas uma coisa eu não admito!
Dizerem-me que nunca tenha sido amado (por ti)!

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