"O medo era tão maior que eu..."
Disseram-me para eu ir... e eu fui...
Despedi-me da saudade e engoli as lágrimas que me escorriam pelo rosto.
O medo era tão maior que eu...
Maior do que as minhas mãos, mais forte do que o meu próprio peito.
E mesmo imperfeito... acreditei no sonho de viver um grande amor.
Deixei todo o pavor numa gaveta fechado,
E, enquanto curava cada ferida do passado, escondia-me de tudo o que sentia,
Daquela paixão que me invadia - tornando-me num eterno apaixonado.
Ainda cansado...
Pensei tantas vezes em desistir de tudo aquilo que tinha em mim,
Colocar um fim em cada princípio, atirar-me de um precipício -
Sem temer sentir qualquer dor.
Era amor...
Um amor que sentia dentro do meu coração,
Num turbilhão de vontades e devaneios, de sorrisos e anseios -
Só para poder ser maior do que tudo aquilo que sempre quis ser.
Disseram-me para eu ficar... e eu não fiquei...
Porque é no partir que encontramos as melhoras chegadas,
Que engolimos a saudade e descobrimos a verdade de tudo o que vivemos -
Por maiores que sejam as falhas, as faltas, os silêncios.
E eu já fui silêncio...
E as noites frias. E as paredes vazias. E as paixões fugidias.
Mas eu nunca fugi de mim mesmo...
E depois de ter ido... de ter sido empurrado...
Curvado. Subjugado. Julgado.
Mostrei a mim mesmo que o meu sonho é maior do que qualquer barreira,
Que o amor que tenho em mim é capaz de me levar muito para além do que vejo.
Que serei a minha mais verdadeira verdade.
E nessa verdade...
Disseram-me para eu acreditar... e eu acreditei!

Despedi-me da saudade e engoli as lágrimas que me escorriam pelo rosto.
O medo era tão maior que eu...
Maior do que as minhas mãos, mais forte do que o meu próprio peito.
E mesmo imperfeito... acreditei no sonho de viver um grande amor.
Deixei todo o pavor numa gaveta fechado,
E, enquanto curava cada ferida do passado, escondia-me de tudo o que sentia,
Daquela paixão que me invadia - tornando-me num eterno apaixonado.
Ainda cansado...
Pensei tantas vezes em desistir de tudo aquilo que tinha em mim,
Colocar um fim em cada princípio, atirar-me de um precipício -
Sem temer sentir qualquer dor.
Era amor...
Um amor que sentia dentro do meu coração,
Num turbilhão de vontades e devaneios, de sorrisos e anseios -
Só para poder ser maior do que tudo aquilo que sempre quis ser.
Disseram-me para eu ficar... e eu não fiquei...
Porque é no partir que encontramos as melhoras chegadas,
Que engolimos a saudade e descobrimos a verdade de tudo o que vivemos -
Por maiores que sejam as falhas, as faltas, os silêncios.
E eu já fui silêncio...
E as noites frias. E as paredes vazias. E as paixões fugidias.
Mas eu nunca fugi de mim mesmo...
E depois de ter ido... de ter sido empurrado...
Curvado. Subjugado. Julgado.
Mostrei a mim mesmo que o meu sonho é maior do que qualquer barreira,
Que o amor que tenho em mim é capaz de me levar muito para além do que vejo.
Que serei a minha mais verdadeira verdade.
E nessa verdade...
Disseram-me para eu acreditar... e eu acreditei!

Maravilhoso, forte! extraído de uma essência verdadeira, senti cada palavra como se fosse um sussurro no meu ouvido, vindo de dentro de um peito prestes a explodir.
ResponderEliminarLinda msg muito a ver comigo.
ResponderEliminar