"Sempre que amamos..."
Sempre
que amamos… somos bem mais do que humanos, bem mais fortes do que os nossos
próprios medos. Somos o desassossego, uma mão cheia de sonhos, um destino que
se escreve na palma das nossas mãos.
Sempre
que te amo… sou bem mais eu, sou a força condensada num só beijo, um abraço que
nos mata a saudade, um regresso que nos faz acreditar num futuro (só nosso).
É em ti
que encontro sentido, que encontro tudo aquilo que me faz acreditar, tudo o que
me faz arriscar ir mais além - para te dar o tanto que tu mereces, o tanto que me
fizeste descobrir (dentro de mim próprio).
Sempre
que amamos… conseguimos ser livres, libertarmo-nos dos fantasmas do passado, de
tudo o que foi errado, e passarmos a acreditar... em tudo o que temos dentro do nosso
coração.
Foi assim
que eu cresci, foi assim que eu encontrei sentido em todas as histórias, em
todas as memórias que fazem de mim… um homem que te ama, em cada segundo do seu
respirar.
E... eu não
quero morrer!
Não quero perder-me sem me encontrar sempre em ti, sem te confessar o quanto te amo, o quanto te quero, o quanto te espero – nas noites que caem, enquanto eu anseio ouvir-te a entrares pela nossa casa.
Não quero perder-me sem me encontrar sempre em ti, sem te confessar o quanto te amo, o quanto te quero, o quanto te espero – nas noites que caem, enquanto eu anseio ouvir-te a entrares pela nossa casa.
O amor é
isto, é amar sem temer perder, é cuidar com todo o nosso coração, e sermos
loucos em cada ato de paixão, é sermos a expressão de um sorriso.
Sempre
que amamos… esquecemos tudo o resto. Enfrentamos perigos, damos tudo o que
temos em nós.
E não
somos sós. E somos dois. E somos um só.
Somos,
apenas, um início sem fim…


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