"Amo-te, e isso chega-me para viver."
Talvez os outros não saibam amar... quando eu vejo o nosso amor,
Quando te sinto em mim, quando faço de nós eternidade.
Amo-te, e eu sei que é este amor que nos faz viver, ou então,
Que nos faz acreditar que podemos alcançar o sonho
(bem na palma das nossas mãos).
Amar é mesmo isto, amar-te de uma forma só nossa.
Sem imitações. Sem desilusões. Sem falsas promessas. Sem mentiras.
É bom sentir este nosso sentimento, sentir que estamos ali presentes,
Nos momentos bons e maus, nos instantes em que tudo custa e que nós...
Rimos do que doí e apagamos o que nos entristece.
Gosto de ti. Mas quando digo gostar, é gostar de tudo, de tudo o que és,
De tudo o que tens e não tens, de tudo o que dás e não consegues dar,
É gostar de ti e gostar das falhas que cometes.
Sei que ambos não somos perfeitos... mas a nossa conjugação de imperfeições
É tão perfeita, é tão mas tão simples, que nós, simplesmente, amamos de olhos fechados.
Talvez os outros não saibam mesmo o que é amar...
Complicam o que pode ser tão claro, deturpam o que pode ser tão verdadeiro.
E nós não. E tu não. E eu não.
Amor...
Amo-te, e isso chega-me para viver.
Amo-te, e isso chega-me para viver.

André, seus textos são maravilhosos.
ResponderEliminarMe identifico muito com o que você escreve
Parabéns!
Como não gostar? Vou sempre adorar ler o que tu escreves!!
ResponderEliminarque lindo texto!!!! Amei. Aliás não dá para NÃO gostar!
ResponderEliminarperfeito