"O nosso primeiro beijo"
Entra! A porta está aberta e eu estou sentado a olhar o mar.
Há muito que espero aqui... por ti. Nesta casa em que as paredes ouvem o meu desejo,
Em que recordo o nosso primeiro beijo, o nosso primeiro olhar.
Ainda hoje guardo o toque do teu abraço, quando aninhaste o teu rosto no meu peito,
Quando fomos, verdadeiramente, livres - na felicidade que passámos a conhecer,
Em tudo o que passámos a ser (por sermos quem somos).
Entra...
Eu encontro-me fechado nas minhas memórias, o meu coração grita tanto por ti,
Por mais um tempo, por mais um momento, por uma vida inteira -
Em que possamos correr o mundo sem temermos o medo, sem pensarmos...
Que amanhã tudo se poderá dissipar-se. Na saudade.
Vem! Entra e abraça-me, faz-me ser teu, como só tu o sabes fazer,
Deixa a tua marca na minha pele, o teu cheiro na minha roupa,
O teu sorriso no motivo do meu surgir.
Entra... Peço-te que hoje entres e possas fazer de nós bem mais do que a falta,
Bem mais do que este vazio que sinto, no meu corpo. Morto. Exposto. Desgosto.
Vem...
Que eu aguardo-te em silêncio, porque os amores não são para serem falados,
Para serem gritados a um mundo que não sabe amar, a um peito que não sabe lutar,
A um oceano de vazio.
Entra! Hoje já não suporto ser este calmo rio, agita-me e fica,
Quebra esta saudade maldita e vem...
Vem pertencer-me de vez.
Há muito que espero aqui... por ti. Nesta casa em que as paredes ouvem o meu desejo,
Em que recordo o nosso primeiro beijo, o nosso primeiro olhar.
Ainda hoje guardo o toque do teu abraço, quando aninhaste o teu rosto no meu peito,
Quando fomos, verdadeiramente, livres - na felicidade que passámos a conhecer,
Em tudo o que passámos a ser (por sermos quem somos).
Entra...
Eu encontro-me fechado nas minhas memórias, o meu coração grita tanto por ti,
Por mais um tempo, por mais um momento, por uma vida inteira -
Em que possamos correr o mundo sem temermos o medo, sem pensarmos...
Que amanhã tudo se poderá dissipar-se. Na saudade.
Vem! Entra e abraça-me, faz-me ser teu, como só tu o sabes fazer,
Deixa a tua marca na minha pele, o teu cheiro na minha roupa,
O teu sorriso no motivo do meu surgir.
Entra... Peço-te que hoje entres e possas fazer de nós bem mais do que a falta,
Bem mais do que este vazio que sinto, no meu corpo. Morto. Exposto. Desgosto.
Vem...
Que eu aguardo-te em silêncio, porque os amores não são para serem falados,
Para serem gritados a um mundo que não sabe amar, a um peito que não sabe lutar,
A um oceano de vazio.
Entra! Hoje já não suporto ser este calmo rio, agita-me e fica,
Quebra esta saudade maldita e vem...
Vem pertencer-me de vez.

Que bom... Me fez lembrar o meu primeiro beijo e me lembrar de alguém que já não se encontra cá ... Que bom mesmo :-)
ResponderEliminarAndré ao lê-lo é um despir de alma... como me identifico com muitos dos seus desabafos.
ResponderEliminarFique bem e espero que seja muito feliz.
Abraço
Luisa