"Silencia-me a espera"
Vem...
Não demores que a saudade dói,
Dói esperar-te no meu corpo,
Envoltos um no outros,
Vivos no batimento: de um só coração.
Vem...
E apenas fica para além desta vida,
Das horas que passam,
Em que a pele envelhece,
Em que a alma esmorece,
Em que a nossa paixão... acontece.
Vem...
Vem e silencia-me num beijo,
Num eterno poema escrito a dois,
Em que o medo vem depois,
Muito depois: de nós.
Vem...
E fica a meu lado,
Sem qualquer pecado,
No certo e no errado, ou então...
Na nossa liberdade.
Somente... vem...
Vem e fica,
Na eternidade da nossa desdita,
Nos nossos sonhos...
Tão reais.

Não demores que a saudade dói,
Dói esperar-te no meu corpo,
Envoltos um no outros,
Vivos no batimento: de um só coração.
Vem...
E apenas fica para além desta vida,
Das horas que passam,
Em que a pele envelhece,
Em que a alma esmorece,
Em que a nossa paixão... acontece.
Vem...
Vem e silencia-me num beijo,
Num eterno poema escrito a dois,
Em que o medo vem depois,
Muito depois: de nós.
Vem...
E fica a meu lado,
Sem qualquer pecado,
No certo e no errado, ou então...
Na nossa liberdade.
Somente... vem...
Vem e fica,
Na eternidade da nossa desdita,
Nos nossos sonhos...
Tão reais.

Fantástico! Abraço :)
ResponderEliminarMuito obrigado.
EliminarUm abraço e seja feliz. :)
Tão lindo !
ResponderEliminarestou "viciada" no seu Blog ,visita-lo é uma das primeiras coisas que faço pela manhã.
Teresa P.
Muito obrigado pelas palavras, Teresa.
EliminarUm abraço e votos de um bom dia. :)
O André é sem dúvida uma inspiração. As suas palavras fazem sonhar e viver todos os sentimentos nelas descritas.
ResponderEliminarContinue a ser a pessoa extraordinária que é.
Abraço.
Muitíssimo obrigado pelas palavras e pela simpatia.
EliminarUm abraço e seja feliz. :)