"As palavras doem"
As palavras doem... aquelas palavras caladas,
Que não falam o que se sente, que não exprimem o que se ama.
Doem... doem os silêncios e o que se diz sem sentir,
As partidas em que um simples "amo-te"... nos enche o coração,
Em que se contam as histórias que vivemos,
Onde se confessam as grandes paixões - que em nós: despertam.
As palavras doem... Ferem. Magoam. Marcam!
Fazem ficar ou partir numa viagem sem rumo,
Em direcção aos braços de quem nos envolve a alma,
Roubando as frases de uma promessa constante... de amor: eterno.
Doem... essas palavras... as que saem e que rompem um sonho,
Que nos arrastam para o medo. Do desconhecido.
Do vivido. Do errado.
As palavras doem... doem quando são setas aguçadas,
Capazes de nos roubar o chão, de cair na solidão
(da saudade que fica no nosso peito - cravada!).
As palavras doem... doem quando nos pedem para esperar,
Para travar o destino, para nos levar à loucura de perder
(todos os abraços em que vivemos, todos os beijos em que nos damos.
Em todos os momentos em que nos entregamos - por completo).
Doem... doem quando são palavras vazias,
Despidas de querer e nuas de desejo,
Quando desaparecem e esquecem - quando são somente... letras.
As palavras doem... e doem tanto, que vivemos elas,
Sendo ou não belas. Sendo nossas ou choradas por um outro alguém.
Por isso doem-me, doem-me sempre que as escrevo,
Neste papel. Neste rascunho. Neste meu amor!
As palavras doem...
E doí-me não te poder abraçar agora - como as abraço a elas.

Que não falam o que se sente, que não exprimem o que se ama.
Doem... doem os silêncios e o que se diz sem sentir,
As partidas em que um simples "amo-te"... nos enche o coração,
Em que se contam as histórias que vivemos,
Onde se confessam as grandes paixões - que em nós: despertam.
As palavras doem... Ferem. Magoam. Marcam!
Fazem ficar ou partir numa viagem sem rumo,
Em direcção aos braços de quem nos envolve a alma,
Roubando as frases de uma promessa constante... de amor: eterno.
Doem... essas palavras... as que saem e que rompem um sonho,
Que nos arrastam para o medo. Do desconhecido.
Do vivido. Do errado.
As palavras doem... doem quando são setas aguçadas,
Capazes de nos roubar o chão, de cair na solidão
(da saudade que fica no nosso peito - cravada!).
As palavras doem... doem quando nos pedem para esperar,
Para travar o destino, para nos levar à loucura de perder
(todos os abraços em que vivemos, todos os beijos em que nos damos.
Em todos os momentos em que nos entregamos - por completo).
Doem... doem quando são palavras vazias,
Despidas de querer e nuas de desejo,
Quando desaparecem e esquecem - quando são somente... letras.
As palavras doem... e doem tanto, que vivemos elas,
Sendo ou não belas. Sendo nossas ou choradas por um outro alguém.
Por isso doem-me, doem-me sempre que as escrevo,
Neste papel. Neste rascunho. Neste meu amor!
As palavras doem...
E doí-me não te poder abraçar agora - como as abraço a elas.

How sad...
ResponderEliminarAdorei...!
ResponderEliminarTeresa P
O amor é penicilina da dor...
ResponderEliminarComo sempre as minhas palavras para si são PARABÉNS por mais uma leitura da arte em silêncio!
Feliz semana.
Abraço