"Por amar-te assim...
Por
amar-te assim, aguento em saudades que tenho de ti,
Na inexistência
da pele que me pertence – do coração que te outorguei.
Amando-te
como te amo, de tão pouco contam os temores,
Os passados
revoltos, em que me perdia em quiproquós.
(Deturpando
sonhos que hoje… agraúdam ao teu olhar.)
Hoje, naufrago
em mares, em oceanos revolvidos,
Pelos
meus desejos tão diligentes – tão seguros daquilo que sinto.
E não
minto, sempre que confesso tal amor,
Em acto
de fulgor, de olhar-te para além do eterno.
(Nas
juras assinaladas pelo tempo, de um tempo tão nosso...).
Aguça-me
em beijos, no calor dos desejos,
Prendendo-me
em memórias – que perpetuam no meu peito.
Desabarei
no teu deleito, nas horas tardias da madrugada,
Em que
sem ti não sou nada, em que nos integro em utopias...
Romperei
as fantasias, os sonhos que se ficaram,
Que em
ti renasceram - como Fénix assomou das chamas.
Diz-me
apenas que me amas, como eu te amo a ti.
Eterniza-me
na inexistência de um fim,
Mostra-me
o infindo amor… do nosso amor…


De infindável beleza!
ResponderEliminarBoa noite.
Muito obrigado pelas suas palavras.
EliminarUma boa noite :)