"Apenas e somente... teu"
Pudesse um dia o meu amar ser escrito... meu amor, pudesse o meu amor ser falado...
Contado pelas gentes, pela multidão que procura o amar - amando-te eu desta forma.
Pudesse tudo ser descrito, trovado aos mares, aos oceanos de desejos - expressos num beijo,
Em intelectualidades desprovidas de sentimento (daquele que em mim: medra).
Pudesse o mundo morrer, o meu corpo padecer em saudades distantes - gritantes.
Em dilacerantes promessas que agarram, que arrastam os meus sentidos: para os teus braços.
Pudesse tudo ser apenas contado, narrado nos palcos deste mundo, nas peças mais afamadas,
Naquelas salas repletas de palavras cantadas que... meu amor, nada explicaria o nosso amar.
O puro desejo que corre nos nossos corpos, nas almas que se completam em segredos,
Em anseios que libertam a pele - que nos moldam em poesias escritas: a dois.
Pudesse tudo um dia terminar, sucumbir ao olhar dos nossos seres - dos nossos prazeres.
Pudesse a chama deixar de arder, o fogo arrefecer, a calma virar tormenta,
Que continuaremos nesta nossa acalenta paixão (que nos consome em sonhos.)
Apenas sei que posso nada conhecer, que o tempo é incerto meu amor...
Que tudo muda, que tudo inverte e tanto se perde - esquecendo tanto do que queremos lembrar.
Sei que tudo pode desaparecer, deixando-me no que não conheço, no que que não penso,
Que saberei sempre amar-te, que encontrarei em nós o caminho - que serei teu...
Apenas e somente teu: imortalmente....

Contado pelas gentes, pela multidão que procura o amar - amando-te eu desta forma.
Pudesse tudo ser descrito, trovado aos mares, aos oceanos de desejos - expressos num beijo,
Em intelectualidades desprovidas de sentimento (daquele que em mim: medra).
Pudesse o mundo morrer, o meu corpo padecer em saudades distantes - gritantes.
Em dilacerantes promessas que agarram, que arrastam os meus sentidos: para os teus braços.
Pudesse tudo ser apenas contado, narrado nos palcos deste mundo, nas peças mais afamadas,
Naquelas salas repletas de palavras cantadas que... meu amor, nada explicaria o nosso amar.
O puro desejo que corre nos nossos corpos, nas almas que se completam em segredos,
Em anseios que libertam a pele - que nos moldam em poesias escritas: a dois.
Pudesse tudo um dia terminar, sucumbir ao olhar dos nossos seres - dos nossos prazeres.
Pudesse a chama deixar de arder, o fogo arrefecer, a calma virar tormenta,
Que continuaremos nesta nossa acalenta paixão (que nos consome em sonhos.)
Apenas sei que posso nada conhecer, que o tempo é incerto meu amor...
Que tudo muda, que tudo inverte e tanto se perde - esquecendo tanto do que queremos lembrar.
Sei que tudo pode desaparecer, deixando-me no que não conheço, no que que não penso,
Que saberei sempre amar-te, que encontrarei em nós o caminho - que serei teu...
Apenas e somente teu: imortalmente....

És a minha vida. Amo-te... para sempre. <3
ResponderEliminar"Me encanta" este seu dom para descrever um sentimento tão puro.
ResponderEliminarA destinatária é uma alma afortunada.
Obrigada por esta partilha de emoções.
Tenha uma óptima semana.
Muito obrigado pelas suas palavras.
EliminarVotos de uma óptima semana :)
Amei esse texto! Perfeito
ResponderEliminarMuito obrigado :)
Eliminar