"Amo-te em cada expressão que tenho..."
Desde que senti o teu toque, passei a pertencer à tua alma, ao teu coração.
Na recordação que guardo, na história que cresce em mim... em nós.
A ti entrego todo o meu ser, tudo o que sou - no que me tornei depois de ti.
Na infinidade das imagens que se apoderam do meu corpo, revivendo-nos em segundos.
Amo-te em cada expressão que tenho, em cada palavra que enlaça o meu peito,
Em sentimento refeito (Porque foste tu que me ensinaste a amar...).
Não nego que padeci de tantos medos, em tantas noites em que sonhei contigo,
Em que pensei não ter o teu amor (não ser merecedor de um sentimento tão verdadeiro...).
Ensinaste-me que o tempo tão pouco importa, que a distância se esbate,
No confessar de um desejo que partilhamos os dois: em sorrisos tão ternos.
Que se esqueçam os passados, os destinos que cruzamos, o que um dia vivemos.
O presente tornou-nos nisto, em dois apaixonados amantes,
Em seres errantes - que se amam para além de tudo o que se possa explicar.
Em ti vejo a eternidade que não consegui um dia acreditar, aquela que duvidei,
Que tanto neguei (Até ser teu, para bem de tudo aquilo que sinto...).
E agora sei que o amor não se escolhe, não se nega e muito menos se esquece.
O amor simplesmente acontece, às almas gémeas que se amam como eu te amo.
E não morro sem viver, não tenho temor de tudo o que possa acontecer,
Porque desde que acabe os meus dias contigo, o resto... são meros complementos .
Na recordação que guardo, na história que cresce em mim... em nós.
A ti entrego todo o meu ser, tudo o que sou - no que me tornei depois de ti.
Na infinidade das imagens que se apoderam do meu corpo, revivendo-nos em segundos.
Amo-te em cada expressão que tenho, em cada palavra que enlaça o meu peito,
Em sentimento refeito (Porque foste tu que me ensinaste a amar...).
Não nego que padeci de tantos medos, em tantas noites em que sonhei contigo,
Em que pensei não ter o teu amor (não ser merecedor de um sentimento tão verdadeiro...).
Ensinaste-me que o tempo tão pouco importa, que a distância se esbate,
No confessar de um desejo que partilhamos os dois: em sorrisos tão ternos.
Que se esqueçam os passados, os destinos que cruzamos, o que um dia vivemos.
O presente tornou-nos nisto, em dois apaixonados amantes,
Em seres errantes - que se amam para além de tudo o que se possa explicar.
Em ti vejo a eternidade que não consegui um dia acreditar, aquela que duvidei,
Que tanto neguei (Até ser teu, para bem de tudo aquilo que sinto...).
E agora sei que o amor não se escolhe, não se nega e muito menos se esquece.
O amor simplesmente acontece, às almas gémeas que se amam como eu te amo.
E não morro sem viver, não tenho temor de tudo o que possa acontecer,
Porque desde que acabe os meus dias contigo, o resto... são meros complementos .

Lindo, lindo, lindo
ResponderEliminarSim, "o amor não se escolhe, não se nega e não se esquece" e também não se espera... um dia acontece!
Adoro, especialmente o primeiro parágrafo...
Uma noite feliz.
Muito obrigado pelas suas palavras sempre presentes.
EliminarTenha uma boa noite :)
Aaaaiii, que profundo, que lindo! Amo seus poemas, amo lê-lo! rsrsrs....beijo!
ResponderEliminarwww.escritoraadriana.com
Sublime... Não há mais nada que possa dizer... Simplesmente me apaixono a cada dia qe passa....
ResponderEliminarMuito obrigado pelas palavras e pelo apoio.
ResponderEliminarUm Abraço :)