Não deixes o vento passar...
As
palavras cheiravam a calor, ao calor que emanava do corpo dele, que abrigava o
corpo dela. Quero-te! Sussurrava-lhe ao ouvido e, num sorriso rasgado,
perdia-se no fascínio que ela detinha. Quero-te em cada momento, em cada fragmento,
quero-te de forma destemida, desmedida, quero-te aqui, aninhada no meu abraço,
partilhando o mesmo espaço. Quero-te numa mistura de dias, nas tuas tristezas e
nas tuas alegrias, quero-te nas minhas vitórias, nas nossas derrotas, nas
frustrações e nas viagens sem rotas. Quero-te num mar de emoção, nas ruas, no
Japão, quero-te entre uma cerveja gelada e uma boa conversa, quero-te como
sinónimo de paixão. Quero-te a sonhar, acordado, distante, presente a meu lado,
quero-te livre, pássaro que possa ver, quero-te assim, menina em corpo de
mulher. Quero-te e querendo-te, desta forma, espero o teu chegar, quero-te
poder beijar, quero-te abraçar, quero-te assim mesma, no silêncio da minha voz,
no arrepiar da minha pele.
Foi
então que ambos se compreenderam, entraram numa sintonia e ali ficaram imunes
ao tempo, amantes de cada segundo vivido.
“Amo-te.
...
Se
todas as conversas terminam em amo-te: então é amor.
Amo-te
é o ponto final de quem se ama.
Primeiro
vem o ponto final. Depois vem amo-te.
.
Amo-te”

andas inspirado :))
ResponderEliminarFantástico "amo-te" é o ponto final de quem se ama, não podia concordar mais
ResponderEliminarSerão o que gostamos de chamar "Finais felizes"?!
ResponderEliminarAdorei o final do texto...
ResponderEliminarParabéns pelos subtis (ou nem por isso) ensinamentos que nos dás através das palavras...