17 de Novembro de 2013

Passeava por aquela calçada desenhada numa baía de antigos piratas. Sentia o corpo frio, as mãos pediam as tuas e, o meu pensamento, esvoaçava numa mistura de tanto que em tão pouco era escrito. Senti, pela primeira vez, a necessidade momentânea de uma caneta mesmo ali e, tirando um guardanapo de uma esplanada, garatujei um bilhete endereço a ti, ao teu ser. A noite caia e a lua tornava-se a minha confidente, uma confidente que, em tantos momentos, ouviu falar de ti, em palavras baixas, em sonhos tão altos. Hoje escrevi em rabiscos o que a minha alma vê no teu olhar e, sorrindo sem explicação, abstrai-me das conversas de amigos num dia que parecia tão igual aos outros. Para mim não foi, não foi um dia igual porque, finalmente, consegui ver que és bem mais do que um capricho do corpo, és parte integrante do meu coração...

                                               
  Será que já viste a lua hoje?

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Comentários

  1. Sim vi, e vinha eu na A8 e o brilho dela prendeu-me atenção. Na sua majestosa posição, está com uma excelente luz :)
    Águia

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  2. Muito atractiva. Como uma espécie de íman...:))
    Águia

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  3. Boa semana Pedacinhos!
    Águia

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  4. Já sentia falta dos teus textos, sempre sonhadores, envolventes e apaixonantes. Há dias em que a alma fala tão alto, que temos mesmo de correr para o papel, estejamos onde estejamos, temos essa necessidade enorme de escrever, o que o coração está a sentir naquele momento. sabe sempre bem, passar por aqui. A tua escrita é das unicas que me envolve, desde a primeira palavra até à ultima. Obrigada pela teu comentário. Beijinho e boa semana

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