Como sol de Inverno, perdeu a cor...

São simples palavras que outrora eram esquecidas e que ganham agora força, são simples gestos antes fugidios e que agora tentam agarrar com todas aquelas forças, desconhecidas, simples e ao mesmo tempo verdadeiras. Somos nós que escrevemos destinos, somos nós que acabamos por construir os nossos próprios caminhos pelas pisadas de uma vida, pelos passos repletos de escolhas que tomamos e que por vezes gostaríamos de volta-los a repetir. Temos uma vida, nela tantas pessoas, mas só apenas algumas, mas só apenas aquelas mais importantes deixam as suas marcas, as suas histórias cravadas no nosso coração, no nosso mais puro sentir. Acredito que nem sempre acertamos nos caminhos percorridos, que acabamos por esquecer aquilo que temos de mais feliz na nossa vida e que somos tão egoístas ao ponto de querermos sempre mais e mais esquecendo tudo aquilo que é nosso, tudo aquilo que faz parte da nossa vida. São nas pequenas coisas que surgem grandes felicidades, são nos simples gestos que descobrimos que apenas vivemos de sentimentos mesmo que os tentemos aprisionar com medo ou receio de algo. Hoje apenas é um dia em que descobri que afinal o que tem de ser nosso acaba por o ser e o que apenas se mostrou contrário ao que tanto nos faz feliz acaba esquecido naquele baú onde tudo é indiferente, onde tudo foi passageiro. Há coisas que não se esquecem e há pessoas que acabam por ver que afinal deixavam escorrer a sua própria felicidade pelas mãos na ânsia de ambicionar o que não era seu...

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