Cada um deve viver a sua vida e não a dos outros...

As injustiças escorregam pelas mãos, as palavras de nada valem e os valores cada vez mais parecem perdidos entre falsos julgamentos e conselhos que no final de contas não são cumpridos por quem os dá. Assim vamos vivendo num mundo que a cada dia que passa mais parece um teatro mal encenado entre actores mal preparados e guiões que querem ser prefeitos e acabam sendo os mais fracos e tristes que existem. A felicidade tem muito que se lhe diga, alegre para quem a vive e cobiçada por quem não consegue viver a sua própria vida, ser feliz traz bastantes coisas para a vida de cada um de nós mas consigo traz sempre as pequenas “cigarras” que apenas não conseguem ser e assim criticam quem o é. Se cada um vivesse a sua própria vida certamente conseguiria ser bem mais realizado tanto pessoal como socialmente, mas infelizmente a tentação é maior e por consequência os resultados que daí vêem apenas fazem desta pessoa mas uma actriz/actor fracassado tanto na interpretação do guião como na representação do mesmo. O tempo corre e mais cedo ou mais tarde o arrependimento surge, porque há sempre uma tarde de mais, um tempo passado, perdido, não vivido e isso, isso nunca se consegue ter de volta. Por isso apenas vivo, passando por cima de pequenas e insignificantes pedras que se colocam do meu caminho, pedras que apenas atrapalham mas não param a minha vida. Cada um de nós tem a força para conseguir continuar o caminho, cada um consegue derrubar até um muro que no final de contas se torna bem mais fraco do que aquilo que pensamos. Já as pedras, essas pedras, acabam por ficar pelo caminho, com os seus fracassos, as suas frustrações, as suas penas, as suas tristezas, e acima de tudo estagnadas no tempo, imóveis observando as vitórias dos outros e as suas “prendas” por um dia viverem a vida dos outros...

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