Bater de um coração que se move de amor...

Ia a sair de casa e de repente algo me prendeu, algo me fez sentar nesta cadeira e começar a desenhar esta história que hoje aqui vos deixo e que me marca de uma forma forte. Sabem que escrevo de amor, não consigo escrever de outra coisa, apenas deste sentimento, desta forma de viver, desta forma de sentir, desta vida, deste mundo, em resumo, desta forma de ser feliz. Amor, mas o que será isso? Para uns apenas associado a uma forma de amar outro corpo, por outros um sentimento capaz de mover o mundo e ainda acaba por ser visto como um sentimento verdadeiro que se compartilha com todos aqueles que nos são mais queridos. Entendo o amor como uma libertação da alma, quando o sentimos, somos nós e o nosso coração juntos o que faz de nós nestas alturas mais verdadeiros, mais reais, mais desinibidos, mais fortes. Custa-me assistir ao que assisto hoje em dia, a palavra amo-te para mim tem uma conotação bastante forte, representa muito, e a maioria das pessoas não a respeita, coloca esta de uma forma banal, sem sentir o que diz, sem pensar antes de a pronunciar e com isto caímos no erro de não saber quando verdadeiramente somos amados e invés disso vivemos numa ansiedade para saber se aquilo que estamos a vivenciar é verdade ou até mesmo um conto de fadas que conta os dias para acabar. Hoje escrevo assim, porque amanhã não sei o que irei escrever, escrevo pedaços da minha vida, uns mais reais e outros mais utópicos mas de uma coisa tenho a certeza irei escrever uma história diferente amanhã porque hoje acredito que viverei mais e logo aprenderei mais da vida e do que ela é capaz de me dar...

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