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"Nunca desistas de ti!"

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Quem Ama Não Esquece - Novo livro de André Sousa Encontre o novo romance de André Sousa em qualquer livraria, como a Fnac , Bertrand e Wook "Nunca desistas de ti!" Nunca desistas de ti... e muito menos dos sonhos que sabes sonhar.  Por maior que seja o medo, por mais dores que o passado tenha deixado no teu coração...  É e sempre será em no teu peito que vive a liberdade. A vontade de poder ir mais além dos que as tuas próprias barreiras, Do que os teus piores fantasmas. Não percas tempo em hesitar, em ficar num mesmo lugar -  Naquele que conheces e em que sentes que nada vai mudar. Nunca desistas de tentar... Mesmo que caias. Mesmo que erres. Mesmo que te arrependas. A vida é tão curta... Curta como um simples respirar, um pedaço de ar que nos entra no corpo, que nos rasga um sorriso no rosto, ou uma lágrima que nos faz recordar. Não desistas de ti! Não te acomodes a uma vida só porque "sim".  Não deixes nada por viver. Nem por dizer. ...

"Dói ver-te ires... para nunca mais voltares."

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Custa ter de ver-te partir...  Ires por um caminho em que os nossos olhares já nem se cruzem mais.  Ires numa viagem em que já não nos fará sentir a firmeza de um abraço apertado.  Dói ver-te ires... para nunca mais voltares. Para nunca mais ver no teu sorriso um tanto da minha história, Para ficares na memória de todos aqueles que pertencem a ti,  A tudo o que sempre foste. A tudo o que sempre serás! Custa-me passarmos a ser a distância... A saudade que não se apaga. Aquela que só sabe crescer, Que arde no peito, que escorre pelo rosto, que nos invade a alma de um sofrimento maior do que a nossa própria esperança. Custa-me ver-te ai... E eu sem conseguir segurar-te. Mesmo que corra não consigo alcançar-te -  E esse é um sentimento tão grande de impotência que me deixa de rastos. Dói-me despedir-me de ti... Ou nem o conseguir fazer. Tentar virar as costas mesmo que o destino me arraste, me gaste por dentro, me mate por fora. Custa-me tanto ter d...

"Vai-te embora! Não quero viver um amor por metade."

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Não fiques por metade... Não quero ficar aqui na saudade, enquanto me engano que me amas, enquanto te espero - mesmo sem tu vires. Não me prometas que irás ter tempo, Se agora nem sequer me abraças, nem sequer me beijas,  Nem sequer me desejas... O meu corpo sente a falta de ser agarrado, amado, usado! Ainda te lembras do que é isso? Será que não te esqueceste de me dar prazer? Mas nada agora me dás, nada disso me fazes sentir, Aquele prazer... Aquele nosso prazer... Fico assim... sem saber o que é esse amor que dizes ter, Se tudo o que eu mais sei é que nada me dás. Que não me cuidas, que não me ouves, que não me queres. E eu peço-te para ires... Mas que vás para nunca mais voltares. E que deixes a porta aberta... Pata entrar alguém que me faça sentir realmente... feliz!

"Não quero viver num mundo como este..."

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Não quero... Não quero viver num mundo como este.  Num lugar em que o amor se perde na guerra,  Em que as lágrimas escorrem dos olhos de quem sofre, Das almas de quem pede um pouco de compaixão.  Eu não quero... Não quero sentir a amargura que tantos sentem, A frieza de ver uma criança morrer numa praia que deveria ser o seu refúgio, De ver uma mulher caída na rua... depois de perder uma batalha, Contra quem sempre lhe agrediu o futuro e o coração. Não quero ver a fome em cada corpo, em cada rosto que se vê marcado por cicatrizes, De palavras caladas... de quem apoia a morte desta terra.  Eu não consigo... por mais que tente não consigo compreender como chegamos aqui... Como estamos neste fim... sem sequer tentarmos voltar atrás. Mas que mundo é este em que eu vivo? Em que as pessoas deambulam pelas avenidas desertas, Em que os jovens não podem sonhar, em que os homens não podem em amar, em que os idosos só têm de morrer? Que mundo é este? Em que ...

"Aquele amor que nos salva e nos mata (ao mesmo tempo)"

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Procuro em ti um pouco de mim... De tudo aquilo que um dia fui quando te amei o corpo, quanto te amei o coração. E dói-me que tenhas ido... Que me tenhas esquecido nesta cama evacua, nestas vozes que me cingem, Que empurram o que subsiste de mim... contra a solidão desta inexistência sem fim. Eu e tu já fomos muito mais do que tudo. Mais do que o mundo que nos roubava o sorriso, do que aquele destino que nos lacerava o peito em pedaços repletos de medo. Já fomos o desassossego, espectros de uma paixão que renasceu, Que nos ofereceu o instinto mais selvagem que alguma vez pudemos os dois conhecer. E eu indago ainda por ti... Mesmo a sofrer... insisto que não posso esquecer tudo aquilo que és, Tudo o que me concedeste em cada palavra que me plenificava o âmago e me extorquia a tormenta,  Que enfrentava cada descoberta... de um desconhecido que não nos prendia os passos. E eu continuo a procurar-te... Em qualquer parte em que a vida seja vivida no expoente de um beijo,...

"Dói-me ainda amar-te..."

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Dói-me... Dói-me sentir a tua ausência, A tua presença sempre presente no meu peito. Dói-me a recordação, a falta que me causas,  As lágrimas que me fazes derramar, a vida que me roubaste quando partiste o meu coração. Dói-me esta solidão... Esta saudade que se agarra ao meu peito, que me desfaz por dentro, que me fere a alma. E por mais que tente ter calma... Doem-me os braços, as pernas, os olhos. As minhas lágrimas escorrem pelo rosto,  E eu entrego-me ao desgosto... de te ter longe de mim. Dói-me saber que fomos um fim, Que as promessas de nada valeram, que as juras todas se quebraram, Que todas as tuas palavras só me magoaram, Só me fizeram esquecer do que era o amor. Dói-me existir sem sentir, Sentir tudo aquilo que não queria viver. E agora visto-me de preto, de preto como o meu inteiro. Dói-me ainda amar-te. Tu... dóis-me.

"Morremos... no dia em que deixamos de lutar pelo amor."

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Passavas pelo outro lado da rua... Como quem nem sequer me via. Talvez um dia tivéssemos sido amor, Mas agora... éramos só mais dois estranhos. Atravesso a estrada e coloco-me no teu caminho. Tento aproximar-me n a esperança de lembrar-me do teu cheiro. Mas não passavas de um nevoeiro... Que eu já nem conseguia alcançar. O meu coração parecia nem sequer sentir, Ou mentia ao meu pensamento, dizendo que não serias mais tu. Olhei de novo para o teu olhar nu... E logo vi que em ti já não vivia mais a paixão. Perdemos os dois a ilusão e viramos costas um ou outro. Tu continuaste pelas ruas tortas da vida, E eu pela amargura da minha triste sina. E chegamos ambos a casa.  Ás nossas casas. Fomos, ambos, para o quarto. Fechamos tudo. Tapamos os nossos corpos gelados. E choramos... Sonhamos que um dia poderíamos voltar. Deixarmos de lado o nosso orgulho, sermos livres como sempre fomos. Mas... Preferimos ali ficar. E quando decidimos acordar... já era tarde. Estáv...