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Palavras de poemas teus...

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H á verdade no olhar, um mundo por conhecer, Instantes em que nos perdemos, em que nos começamos a aperceber, Aqui o amor toma vida, E a vida, espera pela chegada do teu corpo. U m amor que surge de forma diferente, S ã o estrelas e mil sois e uma vontade de te ter, da tua alma conhecer, Prosa e poema que me falam em sentir, Que a ti na minha vida tanto almejam incluir. S ã o palavras que falam de n ó s, de um eu e de um tu, S ã o confiss õ es silenciosas de um medo de errar, Aqui e agora ficam os segredos guardados, Aqueles que t ã o bem te sabem amar. O s dias ganham a forma de um querer que cresce sem  cessar , De uma musica que lembra mesmo sem lembrar, É o destino cruzando, juntando mais uma vez, Quem apenas n ã o desiste, quem no fundo sabe quem és. R esta apenas o arriscar, o falar com o coraç ã o, S ã o passos que devem ser dados, instantes que devem ser sentidos, S ã o hist ó rias que conhecem a sua direcç ã o, Hist ó rias ...

Descomeço...

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Só tenho a agradecer todas a ajuda na votação mas, devido a um erro, tudo ficou em suspenso até Segunda-feira. Penso que tudo será recomeçado desde o inicio mas para isso irei contar com a vossa ajuda para conseguir recuperar todos os votos. Um grande OBRIGADO para todos... S ão momentos esperando te ter, são fragmentos desfragmentados de fotografias espalhadas pelo chão, de poemas, de uma simples canção. Instantes em que gritos mudos almejam a tua chegada, o sorriso que prende e aquele olhar que desenha um doce sonhar. Quietude que quebra com a vontade de te ter, do teu corpo abraçar, da tua alma beijar. São momentos de uma  lucidez  espontânea, de um monólogo em que o coração determina o caminho, em que a vontade tatua na alma a tua presença. Envolvo-me, assim, numa mistura de tudo, numa complementaridade de sentimentos antagónicos, o medo de te perder, a vontade de te ter, a chegada do teu ser ou a partida sem sequer te ter. São instantes, instantes marcante...

A tua resposta...

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As palavras não são mais do que simples segredos, segredos meus que te conto, sonhos meus que partilho. Este é o meu mundo, este mundo feito de letras que falam de amor, de um amor diferente, desenhado à minha maneira, contemplado na minha vontade de viver. Aqui falo de passado e presente e de um futuro que quero que seja feliz. Falo de erros, de aprendizagens, falo de tempo, porque ele, ele passa e mostra-nos que temos de agarrar o que tanto queremos para que nada se perca, para que possamos sorrir com um simples beijo. Cada linha é reflexo daquilo em que acredito, aqui os espectros ficam longe e o passado serve apenas de ensinamento para um presente que deve ser vivido em todos os momentos, observando cada pormenor. Não vale a pena esperares por algo que nem sequer lutas, não vale a pena falar por palavras se os gestos são esquecidos por entre a fraca força de quem tem medo de falhar. Erra quem vive e tu? Tu não querer viver? Se amas, diz, se queres, agarra, se sonhas, luta, se des...

Valerá sempre a pena?

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Para começar mais um fim-de-semana, nada melhor que colocar a música a tocar, aconchegarmos o corpo com uma manta e aconchegarmos a alma com palavras que falam de amor... São momentos, momentos que nos preenchem o sonhar, que nos fazem avançar, que nos ensinam a amar. São momentos, momentos meus, momentos a sós comigo mesmo que me fazem perceber, que me fazem esquecer, que me dão outro rumo, outra nova aventura à minha história. Vou-me guiando pela correnteza do meu sentir, vou seguindo, passo a passo, calmamente, de forma a que, tudo seja verdade, a que eu não seja mais uma mentira. Debruço-me sobre o que tenho em mim, estes projectos de vida, esta sede de querer, de caminhar no desconhecido, de arriscar no silêncio das minhas palavras. Sou tão eu, sou tão tudo que tudo me torna nada, que tudo me torna o que queria apenas ser, eu. Falo do sentir como falo de um café quente, falo porque falo do que gosto, do que sinto, do que me corre por entre a veias iluminando o meu rosto, dando...

O meu eu em palavras...

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Hoje lê um pouco de mim, vê nas letras um pouco de ti... Somos carne que sente, alma que guarda, coração que recorda. Somos a poesia de um dia de sol, o drama de uma perda e a felicidade de uma chegada. Somos tanto e por vezes sentimos ser nada, ora estamos cheios ora vazios. Somos a promessa de ficar, a vontade de partir, somos o amar, somos o duvidar, somos o querer, somos o dispensar. Vivemos na dualidade, somos difusos, confusos e criamos barreiras onde deveriam existir estradas. Se podemos ser felizes, porque não o somos? Se podemos viver histórias, porque não as vivemos? Se podemos amar, porque não o fazemos? Se temos a liberdade de arriscar, porque nos acobardamos? Todas estas questões ficam mas o que vos digo é que temos sempre o dom de escolher, de escolher como viver, com quem viver mas, sobretudo, vivermos o que nos faz felizes, sem tempos, sem desculpas, sem arrependimentos. Somos simples pássaros, nascemos a chorar mas ambicionamos levar os dias a sorrir, erramos ma...