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Selvagens...

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Contornavam o corpo um do outro numa noite de paixão, suspiros silenciosos, sussurros confessantes, momentos insanes. Deixavam-se ir, no rasgar da roupa caída pelo chão, no meio daquele quarto, em cima daquele colchão. Guiados pelos dedos que pediam mais, os corpos entrelaçavam-se em actos carnais  de quem pedia um pouco, de quem pedia mais. Deixados nas horas, repletos de tanto, eram gestos e gemidos, proferidos, contido, sonhados, vividos. Olhares que se penetravam, na melodia daquela paixão, suores frios, tremores fugidios, sorrisos descontrolados, desejos saciados. Eram amantes num acto apenas deles, sob a luz da lua que passava por entre as vidraças da janela daquela casa, num lugar qualquer, numa história que os fez conhecer. Mordendo os lábios um do outro entregavam-se ao toque, a pele era apertada pelas mãos, pelos dedos que se contorciam na vontade de viver tudo num só sopro, num sopro de ar que saia pela boca deles, que se misturava no meio dos beijos roubados, desejosos de …

Um tanto...

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Vorazmente a roupa era espalhada pelo chão, o desejo entrara pelo corpo daqueles dois amantes, naquela casa com cheiro a mar e areia sob o soalho. Ouvia-se ao longe o barulho das gaivotas em tempo de agitação e, naquele quarto, entre quatro paredes, o desejo era saciado em beijos roubados e suaves mordidas sussurrantes. Pedia-se mais, mais de um tempo vivo, escorrido por entre os dedos que se entrelaçavam em espasmos de prazer de um querer tão simples. Olhando nos olhos um do outro, tocando na pele bronzeada e com sabor a sal, falavam em gestos mudos de uma cumplicidade perceptível no desejo daqueles dois seres. Passados e presentes, nada contava, nada era contemplado, o tempo não existia e os minutos eram músicas silenciosas irrompidas pelos batimentos acelerados de uma partilha apenas sua. Gritos súbitos, pele moldada pelos dedos que seguravam firmemente um outro corpo, que o juntava a si, que os unia apenas num acto tão natural como o sentimento nutrido pelos dois. O vinho acompanh…

Prazer(es)...

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Hoje deixem-se ir pela música, pelo querer, pelo sentir. Sejam felizes com o que, realmente, querem. Beijos e Abraços
Eufemismos de sentimentos pertencentes, Chamas vivas, sentidas, ardentes, Escarlate sentimento vivo naquele momento, Prosas entrelaçadas em dedos que vivem o contentamento. Olhares vividos, sentidos, erguidos, Canções infames de quem ama sem pudor, Lençóis usados, gastos no calor do momento, De quem fez do prazer um acto de amor. Sombras, espectros de um esquecido passado, Palavras ditas no calor de um momento partilhado, Sussurros vivos em desejo carnal, Gestos, gemidos de duas almas em querer intemporal. Minimalismos de traços que os seios dela contornam, Corpos contorcidos que aquele quarto adornam, Braços agarrados em manifesto tesão, Lábios mordidos querendo mais daquela paixão. Sorrisos, vícios, uma sede matada a dois, Uma garrafa de vinho, o descanso depois, Abraço sentido, refúgio criado, Numa noite saciada, num sentimento apertado...


Flexa de gestos mudos...

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Olá Seguidores, este post é partilhado automaticamente, responderei a todas as vossas palavras no Domingo. Até lá sejam felizes e lutem pelo que, realmente, querem...
Roupas caídas pelo chão, Firmes mãos que seguravam aquele coração, Um Corpo repleto de paixão, Dois amantes naquela cama, naquele colchão. Risos embebidos de satisfeita tesão, Olhares penetrantes em que se revia a excitação, Corpos contorcidos nos lençóis cor de carvão, Cama desfeita banhada pela emoção. Gestos descompassados no correr do sentir, Insanes pessoas que não pensavam no agir, Sexo revestido de sonhos por descobrir, O amor chegava no segundo a seguir. Gritos mudos e gemidos de prazer, Mãos firmes em abraços de querer, Momentos rasgados por tanto a acontecer, Era o culminar da ansiedade que os via correr. Depois de tudo passar, Do lençol quente da cama, começar a esfriar, Trocaram promessas de amor que tinham para dar, Do sexo virou amor e era esse que os fazia continuar...



Prazeres...

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São intempéries da alma, estados de ansiedade, Peles eriçadas e uma vontade de agarrar, Beijos dados, promessas em forma de verdade, É desejo carnal de quem sabe amar. Poesias escritas em roupas caídas belo chão, São gestos e gemidos cúmplices de um desejo ciente de paixão, Ele e ela, despidos de tudo o que os mascara, Olhares dispersos, sons intensos numa cama que amarra. Promessas deixadas para uma outra ocasião, São finos toques e sussurros de uma alma repleta de tesão, Lençóis espalhados, vidas vividas, Desejo morto em doces mordidas. Silêncios irrompidos pelo som do prazer, Corpos quentes em instantes de lazer, Uma janela fechada, um cheiro no ar, Naquele dia viveu-se o momento de uma história por continuar. Inconfessáveis desejos ditos em segredo, Um passo dado na quebra do medo, Homem e mulher delineados nas curvas de um momento, Sexo em forma de paixão, recordação que paira no firmamento...


Prazer...

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Gestos, gemidos, Corpos contorcidos, Duas almas moldadas num momento de paixão, Fantasias realizadas em cima de um colchão.
Corpos tremidos, Suores molhados, Cumplicidades mordidas, Beijos rasgados.
Abraços intensos, Entranhas gritantes, Paixão em forma de sexo Dois pássaros livres, dois seres amantes.
Silêncio suspeito em troca de olhares, Mãos atadas em fantasias banais, Corações gritantes, sedentos de desejo, Orgasmos de prazer de almas carnais.
Realizar de tudo o que se possa querer, Embates corporais em melodias vorazes, Peles quentes, marés de tremer, Tudo isto entre quatro paredes que os fizeram conhecer.
Lençóis espalhados, Desejo matado a dois, Vivem a paixão do momento, O amor surge depois...


Minimalismos Desejos...

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Hoje espero que gostem deste texto repleto de paixão, repleto de desejo. Sejam felizes...
Luz, brilho intenso em que os teus braços repousam, em que o teu corpo beijo. São gestos cúmplices de uma cumplicidade desnuda de barreiras ou fronteiras desta vida meio vivida. Escarlate o coração que almeja a tua presença, a chegada da tua alma vazia de espectros passados de uma memória ancorada ao peito. Sinto-te livre, pássaro livre de escolhas feitas em que a tua cama grita a saudade de um desejo entregue a dois amantes perdidos, a dois insanes aventureiros. Histórias irreais de pessoas normais, são melodias que te formam, que os teus seios contornam em gemidos e corpos contorcidos numa noite qualquer. Luz apagada em que o fogo de uma acção sentida ilumina aquelas quatro paredes em tamanha safadeza que nos faz sorrir. Sou louco, seremos loucos e assim seguimos neste rasgar de roupas que cobrem o soalho desta casa à beira mar, esta loucura de uma noite de sexo em que o amor fica para a manhã s…

Desejo Cárneo...

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Só tenho a agradecer todas a ajuda na votação mas, devido a um erro, tudo ficou em suspenso até Segunda-feira. Penso que tudo será recomeçado desde o inicio mas para isso irei contar com a vossa ajuda para conseguir recuperar todos os votos. Um grande OBRIGADO para todos... Um pequeno toque, um grande desejo, olhares trocados e uma vontade de agarrar o mundo. Eram memórias ancoradas a corações palpitantes, sorrisos contagiantes e melodias perceptíveis apenas por poucos. Instantes vividos, sentidos, agarrados naquelas horas perdidas de segundos, esquecidas de muros, despidas de mascaras. Um viver ali vivido, um viver de si esquecido, roupas espalhadas pelo chão, gestos, gemidos, prazer vivido a dois, um prazer que parecia não ter fim. Por entre beijos rasgados e apertões escárnios moldavam aquela peça, aquela fusão de dois corpos, de dois corações, de um só desejo. Banhavam-se de sonhos, erguiam vontades, eram dois pássaros livres numa cama de cor escarlate. Falavam segredando, agarrava…

Por entre gestos cúmplices...

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Entre olhares penetrantes, entre dois seres errantes estavam eles, despidos de tudo, entregues à paixão que lhes aquecia o corpo, que lhes tremia o ser. Sabiam que aquele momento era único, que aquele sentimento era intenso, intenso na medida em que tudo parecia acabar quando ambos começavam a partilhar uma vida a dois. Entre abraços apertados e uma cumplicidade contagiante, falavam de amor, viviam o amor, sentiam cada desejo realizado, cada sonho que deixava de o ser, para se tornar numa contante que contemplava aquele presente que lhes via crescer. Eram palavras dispersas, perguntas sem resposta, dúvidas que ali se dissipavam, com um simples olhar, com uma troca de caricias e com um tempo que não encontrava minutos, que por eles não passava. Paixões ardentes, vividas sem barreiras, nem fronteiras, paixões entre duas pessoas, entre dois corações que se querem. Haverá algo errado? Errado é não se viver, é partir esquecendo o que nos compõe, o que somos, o que queremos junto a nós, anc…