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Sexta-feira...

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Sou das palavras ditas e das lutas travadas, dos cheiros, sabores e cores, dos encontros, dos amores. Sou dos sorrisos verdadeiros, dos encontros de amigos e das noites de Inverno com uma manta partilhada a dois. Sou dos amantes de um bom vinho, dos destinos, do caminho. Sou das gargalhadas e da praia até ao anoitecer. Sou das noites vividas até de manhã, dos lençóis brancos, das camas desfeitas, dos beijos que tiram o ar. Sou dos sonhadores, dos criadores, dos narradores, dos brincadores. Sou das pessoas que lutam pelo que querem, sou das coisas por completo, sou dos cuidadores, sou dos que acreditam em histórias duradouras. Sou dos que gostam de um bom filme, dos que ficam por querer, do que fazem durar, dos que adoram um olhar expressivo. Sou das músicas confessantes, dos segredos a dois, dos livres que andam por aí, dos loucos que se atiram ao viver. Sou dos adeptos do tempo, das coisas feitas passo-a-passo, dos que gostam de uma boa mensagem, dos que ainda escrevem uma carta. Sou…

Rio Tejo...

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Deitavas a cabeça sobre o meu ombro, sentia-te, sentia o pulsar do teu coração numa corregia desenfreada, num olhar trocado. Ficamos ali horas a fio, loucos, entregues a uma loucura tão nossa, a um sonho vivo em segredos sussurrantes. Caminhamos tantos quilómetros até ali chegar, enfrentamos barreiras, derrubamos muros, voamos por paisagens desconhecidas e pousamos num lugar qualquer – pouco importa o lugar quando se fala na linguagem do amor. Éramos o nosso próprio segredo, um sentimento vivido, gasto por nós mesmos, agarrado à nossa pele, parte integrante do nosso respirar. Éramos um único corpo, um querer, éramos a nossa voz, o toque, o beijo, o arrepiar da pele. Libertos de amarras, agarrávamos na mão um do outro, corríamos por entre o tempo e sorriamos de uma forma tão peculiar. No amor não existia o errado, o incorrecto e muito menos o intervalo, vivíamos um amor secreto e secreto era este amor que nos tatuava a pele, que nos fazia olhar o destino de uma outra forma, com um outro…

Suspiro...

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Ouvia-se ao longe a trovoada que chegava aquele lugar, as gotas de chuva caiam sobre as telhas e, o soalho, era aquecido pela lareira acesa ao cair da noite. Na poltrona estava o livro escrito pelos dois, aquele emaranhado de capítulos redigidos em conjunto, repletos de vivências que sobressaiam dos sonhos confessados. Os olhares há muito que se entendiam, as palavras não precisavam ser ditas e, convidando-a para dançar, ele colocou um disco de vinil a tocar naquela caixa antiga herdada dos seus avós. Ali permaneceram durante uma eternidade de tempo, numa mistura de passos descompassados num bailado guiado pela vontade que lhes percorria o corpo. O rosto dela estava avermelhado, no meio de uma pele esbranquiçada e ao mesmo tempo tão suave, ele avistava as rosas que davam àquele ser um toque especial, um toque que o prendera num só corpo, num só coração. Os sentimentos mais verdadeiros não precisam ser falados, não precisam ser gritados, eles ecoam por entre a inteligibilidade do sentir,…

Entre e ter e não ter...

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Quantas vezes dás por ti a sonhar? Quantas vezes ficas acordado(a) até tarde relembrando cada sorriso, admirando cada pormenor que para os outros é imperceptível mas para ti faz toda a diferença? Quantas vezes sorris apenas com uma simples imagem ou até mesmo com uma música que te faz lembrar? Quantas vezes? É nestas alturas que vemos que estamos vivos, que o amor entra por nós, percorre este nosso corpo desencadeando uma série de emoções que antes pareciam tão adormecidas. Começamos a dormir menos, a adormecer com um sorriso no rosto e a acordar lembrando aquela pessoa, aquele olhar, aquela forma de ser. Nesse momento começas a gostar, a sentir, mesmo sem querer que o amor cresça mas, na verdade, não o podes parar, não o consegues parar, porque o amor entra em ti mas tem vida própria. Quando se fala deste assunto do coração, a razão é posta de lado, pensar de mais, faz viver de menos e, por momentos, é bom sermos insanes, termos aqueles momentos de insanidade que nos façam arriscar, q…

Sinal...

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Vinha com o seu melhor sorriso, saberia que era um dia diferente, um dia em que a sua história escrevia mais um capítulo resultante de uma escolha tão sua. Em passos acelerados, percorria as ruas estreitas em direcção ao mar, estava uma lua tão diferente e, a mesma, reluzia toda a sua luz nas ondas que se avistavam ao longe. Era um tanto vivido nas emoções que fazia tremer o corpo, era uma multiplicidade de segredos desvendados ao olhar de duas pessoas, de dois seres que se aventuravam nesta arte de viver. Chegado à praia sentia a presença dela mais próxima, sentia que o mundo se reduzia a um só momento, àquele esperado por tanto tempo, em tantos adiamentos reflexo de um receio de errar. Nada é erro quando se fala em amor, nada é certo ou errado quando algo nos faz felizes, quando algo nos faz sorrir de forma natural, permanente, veemente. Sentia-se um aroma doce no ar, a multidão por ali andava mas, as vozes, calavam-se para contemplar um momento tão único no meio de tanta gente que n

Despe-me...

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Despe-me lentamente, no silêncio das palavras e na cumplicidade do olhar, Despe-me, agora, sem demora, que outrora eu rendi-me ao teu ser. Despe-me, num beijo roubado, num abraço apertado, num desejo saciado, Despe-me, intemporalmente, loucamente, ou então suavemente. Despe-me, no escuro, na claridade que passa pelas cortinas, Despe-me os medos, despe-me as dúvidas, cobre-me de vontade. Despe-me as roupas, as barreiras e eu confesso-te o meu amar, Despe-me no tempo que eu dispo-te em gestos cúmplices. Despe-me, desta vez, outra talvez ou então para sempre, Despe-me hoje porque o amanhã não saberemos como será. Despe-me, provoca-me, faz-me querer-te ainda mais, Despe-me, numa palavra, numa melodia ou num sonho sonhado de olhos abertos. Despe-me, no areal, numa noite ao luar, despe-me, não só de roupa, de vontade de te ter. Despe-me, chama-me, há tanto que te espero que tanto aumenta por ti, Despe-me, fica em mim, eu cubro-te de tudo o que desejo, de tudo o que em ti vejo, Despe-me hoje, agora, que o …

Tempo...

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Perde-se no tempo um tempo que não é tempo quando paramos no tempo. O que somos nós sem ser tempo? Seremos apenas o momento desprovido de tempo, esquecido de si. Então, façamos do tempo, tempo vivido, momento partilhado, história construída. Não sejamos vazio, vazio em que espectros ficam e a clareza dissipa-se nas dúvidas sem tempo. Se é para sermos tempo, que sejamos um tempo sem demora, sem outrora, sejamos o tempo presente e almejaremos ser um futuro repleto de tempo. Se o tempo é meu, então que ele seja nosso, que o momento fale de amor, que os segundos se contem numa mistura de sorrisos e abraços apertados. Sejamos tempo, um tempo em nós, um nós difícil de desatar...


Hoje lê-me...

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Se faltar um pouco, acrescenta um tanto de ti, Se o medo viver, enfrenta-o, porque somente tu o consegues vencer, Se ficar a saudade, recorda o passado mas a vida segue outro rumo, Se o tempo passar, não deixes as oportunidades perderem-se . A vida é hoje. Se o olhar ficar, então fica o sonho e esse, esse não te faz arriscar? Se a musica fizer lembrar, então, vive esse momento, cria o teu momento. Se a recordação não te deixar dormir, isso não te faz pensar? Isso não te faz ver? Se faltar um pouco de coragem, enche os pulmões de ar e luta pelo que queres. Se as barreiras forem grandes, não serás tu maior que elas? Então o que te faz estagnar? O que te faz parar sem ser, apenas, tu mesmo(a)?

Não fiques pelos inícios, não desconheças capítulos, agarra antes que parta e, se partir, é porque não soubeste lutar. As desculpas ficam para quem não quer viver, as desculpas de um perder, de um esquecer ou até mesmo de quem diz não ter vivido porque não era para se viver. A vida não é assim, a tua vez nun…

Caminhus...

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Não fiques, não fiques num tempo em que o tempo passa e tu nada vives, Vive em mim, aqui, de forma viva, na verdadeira forma de amar. Não pares, não fujas, se o sentimento chama, a alma vive e o destino cruza-nos. Olha nos meus olhos, percorre-me a vontade e completa comigo esta forma de sonhar. Toca-me na mão chegando ao meu peito, toca-me o sentimento, eu eternizo-te na minha história. Agora vem, sem demoras porque a demora é tanta e o tempo passa. Não fiques aí, fica em mim numa liberdade louca em que a insanidade faz-nos amar sem pudores.
Forma neste caminho vida, nesta vida escolha, escolhe-me nas linhas da tua história que eu escrevo, contigo, os capítulos de um feliz caminhar...



Residências Partilhadas...

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Vontade que se exprime em folhas escritas caídas pelo chão. São sonhos voláteis na intensidade dos olhares cruzados, abraços apertados e segredos confessados. É a noite que nos banha, o mar que nos escuta e o areal que faz de cama a uma noite passada a dois. Suspiros sentidos, vivas as vontades verdadeiras, duradouras, que quebram com a efemeridade de um amor vivido por tantos. Quereres assumidos, mãos dadas, um beijo na testa, na boca, na bochecha, na mão. Simples momento em que homem e mulher se moldam um ou outro em peça esculpida por duas vontades, por um só sentimento. São palavras, são risos, são melodias, são lutas. É a verdade de um querer, o enfrentar do medo, o suster do ar, o agarrar querendo ficar. São tudo isto, são mais que tudo o que escrevo, são o teu, o meu, o nosso tempo, o momento, o momento certo. Viagem que nos faz juntar na noite, sonhos que nos perseguem, que se revelam o caminho, que nos mostram o destino. É apenas o que escrevo, o que te conto, é amor, é quere…

Retratus...

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Hoje deixo-vos mais uma história irreal, escrito na primeira pessoa para que se deixem perder numa mistura de sentimentos. Coloquem a música e sintam as palavras deixando apenas de as ler. 


Olá Seguidores, este post é partilhado automaticamente, responderei a todas as vossas palavras no Domingo. Até lá sejam felizes e lutem pelo que, realmente, querem... Por momentos fugi de mim, larguei a roupa que caiu pelo chão. Desnudo, olhei-me ao espelho, repleto de sonhos e vazio de vontade. Parecia que o tempo tinha estagnado naquela minha vida, que apenas eu poderia voltar a escrever o rumo da melodia melancólica que me corria pelas veias. Era um momento diferente dos demais, era a tomada de consciência da fraca força do lutar, de um sentimento que permanecia a residir entre caixas e caixotes onde as recordações padeciam. Amava, o amor era grande demais para aquela pequena sala, para aquele recanto de encantos em que da janela avistava o horizonte das utopias quebradas. As palavras eram a única…

O teu dia de avançar...

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Quantas vezes dás por ti a sonhar? Quantas vezes ficas acordado(a) até tarde relembrando cada sorriso, admirando cada pormenor que, para os outros, é imperceptível mas para ti faz toda a diferença? Quantas vezes sorris apenas com uma simples imagem ou até mesmo com uma música que te faz lembrar? Quantas vezes? 
É nestas alturas que vemos que estamos vivos, que o amor entra em nós, percorre este nosso corpo desencadeando uma série de emoções que antes pareciam tão adormecidas. Começamos a dormir menos, a adormecer com um sorriso no rosto e a acordar com a lembrança daquela pessoa, daquele olhar, daquela forma de ser. Nesse momento começas a gostar, a sentir, mesmo sem quereres que o amor cresça, na verdade, não o podes parar, não o consegues diminuir, porque o amor entra em ti mas tem vida própria. Quando se fala destes assuntos do coração, a razão é posta de lado, pensar de mais faz viver de menos e, por momentos, é bom sermos insanes, termos aqueles momentos de insanidade que nos faça…

pequenas, GRANDES verdades...

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Hoje deixo-vos um pequeno texto que poderá ser lido com uma música que ontem me foi sugerida e que eu acho que se enquadra com tudo o que aqui vos deixo. Sejam felizes e façam alguém feliz também... Pequenos, somos pequenos quando falamos de amor, quando desconhecemos o que é viver uma paixão que nos invade em sonhos de uma noite. Somos pequenos quando partimos sem lutar, quando nos acobardamos a um medo de falhar. Pequenos, tornamo-nos pequenos, quando desistimos de nós, quando passamos sem ver, quando vemos sem sentir. Pequenos somos ao olhar das horas e daquelas partidas que não encontram chegadas, que não nos deixam respirar. Somos pequenos pensando ser grandes e acabamos por perder o que nos fazia realmente felizes, aquilo que dava significado ao nosso viver. Pequenos, permanecemos pequenos, se estagnarmos em nós, se calarmos a voz do coração, se abafamos todos os sentimentos que vão crescendo dentro do nosso peito. Perdemos assim, perdemo-nos na pequenez do nosso fraco lutar, nos…

Escarnia Dor...

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Hoje deixa-te imaginar na história, sente os sentimentos e mergulha nas letras acompanhadas de música. Não queiras saber de mim, sou aquilo que um dia não fui, agarrada a esta minha pele vive a saudade e a indiferença, essa, apoderou-se do meu corpo. Não querias sentir-me, parte por essa porta, sai desta casa e desabita o meu peito, alarga os teus horizontes. Não fiques aqui nem mais um minuto e muito menos a vida inteira, tornei-me uma outra pessoa e esta tu não amas, tu apenas continuas a amar uma recordação que no passado ficou. Hoje sinto a raiva, esta que me consome a alma, que me inquieta o espírito  este que ainda me faz viver. Não queiras, não queiras continuar a ser a sombra do meu corpo, tens um mundo pela frente e uma vida inteira por viver. Não fiques, bate a porta, pega na mala que está em cima do guarda-fato e coloca todas as tuas roupas mas não tires nenhuma fotografia, apaga tudo, recomeça de novo, mesmo sem mim. Eu sei, eu sei que és capaz de seguir, sempre foste a força…

Palavras Submersas...

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Hoje deixo-vos mais um texto, mais uma mistura de sentimentos, espero que gostem e que continuem a ajudar-me na votação a que o meu blog está submetido. Beijos e Abraços, sejam felizes, façam por merecer, façam por algo acontecer... São palavras que voam, um segurar de corpos, um fundir de dois beijos. Amor vivo em olhares verdadeiros, sentimentos vividos e uma história repleta de falhas, repleta de enganos e sobressaltos. Vida humana, revestida de carne sentida, repleta de flores entregues a um corpo que se desfaz no viver da alma. São monocromias de cores difusas, um turbilhão que envolve o querer, um antagonismo entre o dito e o praticado, perdidos no que se quer, no que se dissipa na escuridão da noite. Vontade expressa na vida que escolhemos, são actos de bondade alicerçados a castelos feitos de cartas descartadas, de pilares que refugiam o mundo na nossa mão. Mistura de palavras em choros calados, silêncios distantes, desejos que procuram o destino, por ruas e vielas, por descalç…

Escuta...

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Ouve-me um segundo, escuta as palavras que te deixo, o sentimento que falo, este sentimento que chamamos de amor. Deixa-te ir pelos sonhos que guardas nas tuas mãos, coloca a música e apenas vagueia pelas prosas escritas, pelas fotografias que guardas, pelo sentimento que vês crescer dentro do teu coração. Esquece o mundo lá fora, esquece as pessoas, esquece os problemas, hoje olha para ti, olha para essa vontade que tens, para esse amor que tens em ti, que dá significado ao teu viver. Percorre os passos que compõem os caminhos que segues, percorre sabendo o que és, com quem estás e para onde mais desejas ir. Torna-te livre, nestes segundos sê a liberdade do teu viver, a liberdade que te alimenta, que fomenta os melhores momentos que vives. Agora, agora és apenas tu, que com os segredos que guardas em ti, com as vontades, com o futuro que projectas ao teu olhar. Agarra, agarra com firmeza, sim tu, agarra com firmeza o que de melhor tens em ti, o que te faz mover, o que te faz acordar …

Aquele Sopro...

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Hoje tira um tempo para me ler, para te encontrares nas palavras, para te perderes nos sentimentos. Hoje, neste dia de chuva, procura o calor das frases, a ternura de um abraço que as palavras te podem dar...
Num sopro, num simples sopro vivemos a nossa vida, tomamos as nossas escolhas, vivemos as nossas dores, comemoramos as nossas vitórias. Em simples sopros tornamo-nos homens e mulheres mais decididos, mais maduros, mais convictos do que se quer para a nossa vida, daquilo que nos faz sorrir. Somos o sopro que nos compõe, arrastamo-nos por ruas e vielas e pulamos abismos arriscando mais um momento, arriscando mais uma vez o coração para que se possa viver mais uma história. Erra-se vezes sem conta, erra-se no tempo, erra-se no caminho mas o principal é que se aprenda, é que possamos despir os medos que habitam em nós e possamos ser o que sempre quisemos, sermos apenas a personagem principal da nossa própria vida. Tão simples é cada momento, cada brisa que nos passa no rosto, que nos …